RCB/TuneIn
Quinta, 18 Abr 2019
PUB
UBI
CIMD Cabecalho
SOCIEDADE
MEDUBI: NOVOS ÓRGÃOS SOCIAIS TOMAM POSSE
Rádio Cova da Beira
Francisco Capinha é o novo líder directivo do núcleo de estudantes de medicina da universidade da Beira Interior. O acto eleitoral decorreu na passada quinta-feira e o antigo vice presidente do “Medubi” encabeçou a única lista que se apresentou a sufrágio.
Por Nuno Miguel em 20 de Mar de 2019
Uma candidatura que pretende dar continuidade aos projectos que o núcleo tem vindo a desenvolver ao longo dos últimos anos “há uma coerência de ideias que tem marcado as últimas direcções do «medubi» e nesse sentido decidi avançar com esta candidatura para poder dar continuidade a esse projecto. O nosso objectivo passa por continuar a fazer crescer o núcleo, tenho a certeza que o «medubi» é hoje um dos núcleos mais dinâmicos da universidade, temos organizado várias actividades de grande dimensão como o caso do congresso ou do hospital faz de conta e por tudo isso decidi aceitar este desafio de continuar ligado ao núcleo, agora como presidente”.  
Na cerimónia de tomada de posse dos novos órgãos sociais do “Medubi”, Francisco Capinha apresentou as principais metas para concretizar ao longo deste mandato “vamos continuar a acompanhar a reforma curricular que está a acontecer nos primeiros anos. Também vai ser um ano muito importante para a formação médica porque vamos ter uma nova prova e queremos seguir de perto essa situação. A nível local é muito importante reforçar o contacto dos estudantes com a investigação que até agora é escassa, apesar de termos um centro de investigação a funcionar na faculdade. Para além disso queremos continuar a investir na comunidade, nomeadamente o desenvolvimento de actividades com idosos e crianças”.   
Para além da parte curricular, o novo presidente da direcção do núcleo defende ainda a existência de um plano integrado de recursos humanos em saúde “acho que existe uma desarticulação entre aquilo que são as reais necessidades de recursos humanos em saúde e aquilo que é o ensino superior. Há colegas nossos a ficar sem especialidade e isso deve-se ao elevado «numerus clausus» que está desadequado daquilo que são as necessidades e que o sistema consegue absorver. Aquilo que existe não é um problema de falta de médicos mas sim da sua distribuição desigual. Temos muitos médicos nos grandes centros e depois temos algumas carências no interior. Devemos investir em melhores condições para os médicos que vêm, melhores ordenados e condições sociais para atrair jovens especialistas, porque de outra forma eles não virão para o interior”. 

  Redes Sociais   Facebook

2007—2019 © Rádio Cova da Beira

Todos os direitos reservados