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Quinta, 18 Abr 2019
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POLÍTICA
DEPUTADA VAI QUESTIONAR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
Rádio Cova da Beira
O grupo parlamentar do PCP na Assembleia da República vai questionar o ministério da educação sobre o processo de remoção de coberturas em fibrocimento na escola sede do agrupamento de escolas “Pêro da Covilhã”.
Por Nuno Miguel em 20 de Mar de 2019

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A questão foi abordada no decorrer de uma reunião entre a direcção do agrupamento e Paula Santos. A deputada do PCP considera que este problema há muito que deveria estar resolvido e garante que vai procurar explicações junto da tutela “houve já uma primeira intervenção com a remoção das placas que contém amianto nos passadiços que ligam todos os pavilhões mas falta ainda a substituição da cobertura dos próprios pavilhões. Naturalmente que essa vai ser uma questão vai levar à Assembleia da República e vamos questionar o governo nesse sentido porque consideramos que esta intervenção é muito necessária”.    

Nesta deslocação à região, Paula Santos mostrou-se também preocupada com o reduzido número de auxiliares da acção educativa neste agrupamento. Uma situação que também promete apresentar ao ministério da educação “há carências de funcionários, muitos deles porque já tem uma idade elevada e por questões de saúde acabam por ter já um grau de incapacidade significativo. Foi-nos também transmitido que em situações de aposentação ou de falecimento não há substituições e isto causa dificuldades de funcionamento à escolas do agrupamento. É uma outra preocupação que levamos daqui e que também iremos apresentar ao ministério da educação”. 

A deputada do PCP considera ainda que cabe ao governo encontrar respostas para este tipo de problemas e não às autarquias, no âmbito do processo de descentralização de competências que está em curso “há preocupações e receios em todo este processo de transferência de encargos para as autarquias, porque é disto que estamos a falar e não de um processo de descentralização como é designado pelos membros do governo. Quem está nas escolas faz perguntas que são legítimas mas para as quais não há respostas. É um processo que nasceu torto, aprovou-se uma lei, foi avançado um número de que podem ser transferidos para os municípios cerca de 900 milhões de euros mas esse número está muito aquém das reais necessidades das escolas”.      

Nesta deslocação à região, Paula Santos teve ainda oportunidade de contactar com trabalhadores das empresas “Dielmar” e ”Benoli” no âmbito da pré campanha para as eleições para o parlamento europeu que vão decorrer no próximo dia 23 de Maio.


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