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Quinta, 27 Jun 2019
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POLÍTICA
“O MAIS IMPORTANTE É COMBATER A ABSTENÇÃO”
Rádio Cova da Beira
O cabeça de lista do PS às próximas eleições europeias deixou na Covilhã um forte apelo ao combate à abstenção ao acto eleitoral que está agendado para o próximo dia 23 de Maio. A ideia deixada durante um encontro de autarcas socialistas do distrito que teve como prato forte as novas propostas de descentralização do governo para os municípios.
Por Nuno Miguel em 18 de Mar de 2019
Pedro Marques refere que o PS se apresenta a estas eleições com a consciência de ter obra feita em prol do desenvolvimento do interior, deixando como exemplo as obras de requalificação do troço da linha da Beira Baixa entre a Covilhã e a Guarda “o mais importante é combater a abstenção e dizer às pessoas que há condições para mudar a vida delas para melhor com o apoio da Europa e ter propostas concretas para elas compreenderem qual é a nossa mensagem. Aqui também é Europa e a grande obra que está a acontecer nesta região é na ferrovia, entre a Covilhã e a Guarda, para repor em funcionamento uma linha que esteve fechada durante uma década, está a ser feita com o apoio da Europa. Fazer uma campanha negra e de maledicência nunca aproximou ninguém das eleições. A direita fará o que entender mas certamente que por ai eu não vou”. 
Nesta deslocação à região, Pedro Marques rejeitou ainda ser classificado como o ministro das portagens nas antigas scuts, durante o tempo em que exerceu funções governativas com a tutela do planeamento e das infraestruturas “eu serei talvez o ministro que reduziu duas vezes as portagens. Outros falam e criticam, a mim podem-me dizer que não fiz isto ou aquilo mas fiz coisas e resolvi problemas. Bem sei que o interior ambiciona mais medidas de apoio e de discriminação positiva e tenho a certeza de que elas serão tomadas no futuro pelo governo. Nós tomámos várias mas não se faz tudo de um momento para o outro nem se fazem coisas que possam colocar em risco tudo o que já foi alcançado. Isso não faz sentido nenhum”.  
Em recente visita ao distrito de Castelo Branco, o cabeça de lista do PSD acusou Pedro Marques de ter sido um mau negociador do próximo quadro comunitário ao permitir que as grandes áreas metropolitanas se possam candidatar aos fundos de coesão o que, de acordo com Paulo Rangel, representa uma dupla penalização para o interior. Críticas que o candidato socialista desvaloriza “não há nenhuma alteração nessa matéria ao nível do próximo quadro comunitário. Alias a reprogramação do actual quadro, que nós concluímos, permitiu mais 1700 milhões de euros para apoiar empresas no interior também foi colocado em causa com o PSD com o mesmo tipo de argumentos e isso não tinha sustentação nenhuma nem na verdade nem nos regulamentos europeus. Os candidatos da direita tem-se entretido numa campanha de má língua e a mim só ainda não me acusaram pelo falhanço do acordo entre Donald Trump e a Coreia do Norte, porque de resto é tudo culpa do candidato do Partido Socialista. Mas esse tipo de campanha não tem nenhum interesse para os portugueses do meu ponto de vista. Por parte da direita ainda não vi nenhuma proposta para o futuro da Europa e isso é preocupante porque afasta as pessoas do ideal europeu que o PS sempre tem defendido”. 

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