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Terça, 26 Set 2017
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POLÍTICA
"ESTADO NÃO ABRE MÃO"
O governo não autoriza a construção de um aterro sanitário por parte de uma entidade privada no concelho da Covilhã.
Por Nuno Miguel em 26 de Mar de 2010

A afirmação feita pelo presidente da câmara municipal que se mostra muito insatisfeito com os preços cobrados pela “Resistrela” para depósito dos resíduos sólidos na central de compostagem da Cova da Beira. Carlos Pinto refere que "o preço elevado de cada tonelada depositada é um dos factores que encarece a factura da água dos covilhanenses".

O autarca acrescenta que "algumas entidades privadas  já se mostraram disponíveis para a construção de um novo aterro na Covilhã, com preços mais baixos, mas o estado não autoriza a sua construção".

Recorde-se que na última semana a “Resistrela” anunciou a intenção de avançar com uma acção nos tribunais contra a empresa “Águas da Covilhã” por alegado incumprimento do pagamento de dívidas à empresa responsável pela recolha, tratamento e valorização de resíduos sólidos urbanos na Cova da Beira.


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