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Terça, 19 Fev 2019
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POLÍTICA
RESPOSTA NÃO FOI ENTREGUE
Rádio Cova da Beira
O vereador do CDS/PP na câmara da Covilhã vai recorrer aos meios legais disponíveis para aceder aos documentos administrativos relativos à contratação de funcionários por parte da câmara da Covilhã e todas as empresas municipais a partir do dia um de Julho de 2017, assim como de todos os administradores das empresas.
Por Nuno Miguel em 09 de Feb de 2019
O pedido foi feito por Adolfo Mesquita Nunes na última reunião pública do executivo, estando definido um prazo de dez dias úteis pelo código do procedimento administrativo para a entrega da resposta. O final do prazo coincidiu com a reunião privada do executivo desta sexta-feira mas o vereador não recebeu resposta a essa solicitação. Como tal o pedido vai agora ser enviado às instâncias superiores “a resposta não chegou e não a vou ter, mas vou requerer ao abrigo da lei de acesso aos documentos administrativos, que é algo que qualquer cidadão pode fazer, e por isso vou requerer isso por escrito. Eu estranho o secretismo que na Covilhã se associa à nomeação de funcionários ou de órgãos sociais das empresas municipais. É sempre feito com secretismo algo que devia ser transparente. Eu estranho isso. E a cidade não é tão pequena que estejamos condenados à consanguinidade nas nomeações”.      
Críticas que o presidente da câmara da Covilhã desvaloriza. Vítor Pereira sublinha que o eleito do CDS/PP quer insinuar que existe uma contratação brutal de pessoas afectas ao Partido Socialista quando todos os processos ao nível da administração pública são feitos de forma transparente “não há aqui nenhum secretismo. Hoje a administração pública é perfeitamente transparente. Já lá vai o tempo em que as coisas se escondiam no armário ou debaixo do tapete. Hoje não há coisas escondidas. Aquilo que o senhor vereador quer é insinuar que há uma contratação brutal de pessoas e depois dizer que a pessoa A provavelmente é do Partido Socialista ou que a pessoa B é prima de alguém que é militante do PS e depois que a pessoa C é filho ou neto de um ex socialista. Está à vista qual é que é o desiderato desta manobra de marketing político”. 

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