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Sexta, 23 Ago 2019
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SOCIEDADE
USCB PROMOVE SEMANA DA IGUALDADE
Rádio Cova da Beira
Sob o lema “avançar na igualdade com emprego de qualidade”, a comissão para a igualdade da união de sindicatos de Castelo Branco vai promover um conjunto de iniciativas, entre os dias quatro e sete de Março, para assinalar o dia internacional da mulher.
Por Nuno Miguel em 06 de Feb de 2019
Actividades que fazem parte da semana da igualdade que tem vindo a ser promovida pela CGTP e que vai culminar na região com a realização de uma arruada que vai passar pelas cidades de Castelo Branco, Fundão e Covilhã no dia oito de Março, como refere Gabriela Gonçalves, da comissão para a igualdade da união de sindicatos de Castelo Branco “entre os dias quatro e sete de Março os sindicatos vão direccionar as suas forças para as empresas e locais de trabalho. Vamos promover plenários, reuniões de trabalho, entrega de documentos e esclarecimento de dúvidas. No dia oito de Março iremos realizar uma arruada de Castelo Branco à Covilhã. Esta arruada vai ter início em Castelo Branco pelas nove horas, terá uma paragem com concentração do Fundão junto à câmara municipal e uma arruada até à moagem e cerca das 15:30 vai chegar a Covilhã onde a arruada vai ter início junto ao pólo principal da UBI até à câmara municipal. À noite, e como não poderíamos deixar de assinalar esta efeméride, vamos promover dois jantares comemorativos do dia internacional da mulher”.     
A dirigente acrescenta que esta estrutura sindical há muito que se preocupa com os problemas de desigualdade que ainda se fazem sentir na sociedade entre homens e mulheres e que vão voltar a estar no centro das atenções “desde sempre a comissão de igualdade entre mulheres e homens da CGTP esteve na linha da frente do combate às desigualdades sentidas por todas e por todos os trabalhadores. Porque há muito tempo que nós defendemos a luta em igualdade e isso constrói-se com mulheres e homens lado a lado. Se precisamos uns dos outros em todos os outros dias, porque nos iriamos afastar neste dia específico? O combate ao assédio moral no local de trabalho, a igualdade salarial entre mulheres e homens, o direito à parentalidade e à maternidade, à conciliação entre a vida familiar e a vida profissional e o direito a trabalhar com saúde e sem doenças profissionais são alguns dos problemas que nos movem para a luta que travamos todos os dias”.   
Este ano em Portugal o recentemente criado movimento oito de Março, que tem já a funcionar uma delegação na Cova da Beira, vai também promover um conjunto de actividades para celebrar o dia internacional da mulher entre as quais uma greve ao trabalho suplementar não remunerado. Iniciativas a que a união de sindicatos não se vai associar, como explica Marisa Tavares “nós temos um trabalho árduo durante todo o ano e nesta semana vamos ter iniciativas em locais de trabalho dos mais diferentes sectores. Como é óbvio não estamos associados a estes movimentos. Em primeiro lugar porque não somos barrigas de aluguer e depois porque se tivéssemos de marcar uma greve, que é um bem precioso que os trabalhadores tem, teria de ser ponderada com cabeça, tronco e membros e não era apenas uma greve de mulheres. Seria uma greve em igualdade para todos e teria de ter objectivos concretos também em igualdade. Por isso não estaremos nessa situação”.   
No ano passado a semana da igualdade a nível nacional permitiu a realização de 21 acções de rua em todo o país e 1140 contactos com trabalhadores em empresas. Números que a CGTP espera ultrapassar em 2019.

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