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Sexta, 23 Ago 2019
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POLÍTICA
MEDICINA NUCLEAR: OBRAS ARRANCAM EM BREVE
Rádio Cova da Beira
O presidente da câmara do Fundão garante que até final do primeiro trimestre deste ano devem arrancar as obras de requalificação do edifício do antigo hospitalar onde vai ser instalada uma unidade de medicina nuclear na vertente de diagnóstico. A afirmação feita por Paulo Fernandes na última reunião da assembleia municipal em resposta a um conjunto de questões levantadas pela bancada da CDU.
Por Nuno Miguel em 05 de Feb de 2019
Para além de requerer a entrega do acordo celebrado entre o município e o ministério da saúde, que foi celebrado aquando do encerramento do serviço de urgência, Luís Lourenço considera ainda que a transferência da consulta aberta do hospital para o edifício do centro de saúde “veio criar dificuldades acrescidas aos munícipes do Fundão e vem na sequência do fim das urgências no hospital do Fundão. A alteração verificada foi justificada com ser necessária a instalação de um estaleiro para as obras de requalificação para a instalação da medicina nuclear. O que é que afinal se passa que de estaleiro nada se vê e obras ainda menos. Admitindo que as obras se vão iniciar brevemente, existe a garantia escrita de que a medicina nuclear vai ficar instalada no Fundão?”. 
No seio do órgão já foi criada uma comissão de saúde e Abel Rodrigues, da bancada do PS, manifestou a sua apreensão pelo facto de a direcção executiva do agrupamento de centros de saúde da Cova da Beira ainda não ter dado resposta aos sucessivos pedidos de reunião tendo em vista abordar a realidade desta área no concelho “foram marcadas reuniões com o conselho de administração do centro hospitalar e com a direcção do ACES. A reunião com o centro hospitalar já decorreu mas a que estava agendada com o agrupamento de centros de saúde foi desmarcada e ainda não tem nova data apesar de todos os esforços que sei que foram feitos nesse sentido. Por isso queria expressar publicamente a nossa estranheza porque até hoje nada mais nos foi dito. Estamos muito desgostosos porque aquilo que queremos é saber o que se passa”.   
Na resposta, o presidente da câmara do Fundão admite que ficou surpreendido com esta situação, tanto mais que a mudança do local de funcionamento da consulta aberta foi articulada entre o município, o ACES e o centro hospitalar e universitário da Cova da Beira. Uma alteração que está relacionada com o arranque das obras de requalificação do edifício do hospital que devem arrancar até final de Março “é do conhecimento de todos que o anterior ministro deu luz verde à medicina nuclear no que é o quadro do hospital. Estamos a ultimar todos os processos e tenho quase a certeza de que até final do primeiro trimestre do ano já vamos estar dentro do quadro das intervenções”.  
Quanto ao local escolhido para o actual funcionamento da consulta aberta, Paulo Fernandes admite que existiram alguns problemas, nomeadamente no que diz respeito ao acesso a meios complementares de diagnóstico. Situações que, a pouco e pouco, estão a ser resolvidas “as instalações actuais parecem-me ser adequadas e estão a ser reforçados os modelos que permitam reforçar os meios complementares de diagnóstico, nomeadamente a parte das análises e o raio X. Na questão das radiografias houve um problema durante algumas semanas no aparelho do Fundão que teve avarias. Acho que finalmente foi lá colocado um aparelho novo e estão neste momento a ser estabelecidas as questões da sua ligação ao sistema para que essa relação possa ser mais fluída”.    

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