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Segunda, 26 Ago 2019
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SOCIEDADE
CHUCB: SINDICATOS TOMAM POSIÇÃO
Rádio Cova da Beira
As direcções dos sindicatos dos trabalhadores em funções públicas e sociais e dos enfermeiros portugueses vem, em comunicado conjunto, tomar uma posição sobre a nomeação de um novo conselho de administração do centro hospitalar e universitário da Cova da Beira.
Por Nuno Miguel em 01 de Feb de 2019
De acordo com as duas estruturas sindicais “não sendo da competência” dos sindicatos “indicar nomes para a prossecução dessas funções” é importante que “a nomeação de um conselho de administração não possa nem deva obedecer a lógicas de cariz partidário e muito menos a pressões dos directórios partidários, sejam eles quais forem”. Essa nomeação “deve sim, assentar em critérios de capacidade, competência, profissionalismo, eficiência e eficácia”.
Nesse sentido os sindicatos consideram que “a população e os trabalhadores merecem um conselho de administração que cumpra o dever constitucional de defender e zelar pelo serviço nacional de saúde, que honre os princípios que justificaram a sua criação e implementação” e que “os seus actos sejam transparentes e não levantem dúvidas sobre a igualdade de acesso a cuidados”.
No caso do centro hospitalar e universitário da Cova da Beira as duas estruturas sindicais sustentam que o novo conselho de administração deve avançar com “a implementação urgente dos projectos relativos à medicina nuclear no Fundão e à unidade cardiovascular, que seja uma administração consciente do que é o interesse público, não permitindo a ingerência de interesses privados e muito menos alimente a promiscuidade entre público e privado, que desenvolva uma gestão participada” e que saiba dar eco “às exigências, designadamente, à admissão dos profissionais de saúde necessários em todas as áreas e especialidades, evitando assim a sobrecarga horária existente”.
Neste comunicado, os sindicatos consideram ainda que “a avaliação do desempenho do actual conselho de administração não pode ficar alheio o sistemático protelamento da resolução de problemas, como a progressão de enfermeiros, e até o desprezo ao não proceder à aplicação do contrato colectivo de trabalho aos auxiliares, administrativos e técnicos”.

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