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POLÍTICA
QUARTEL DA GNR FUNDÃO: CONCURSO PÚBLICO NO VERÃO
Rádio Cova da Beira
Se tudo correr como o previsto, no Verão do corrente ano estarão criadas as condições para ser lançado o concurso público da empreitada de requalificação do quartel da GNR do Fundão.
Por Paulo Pinheiro em 31 de Jan de 2019

O prazo foi avançado pelo presidente da câmara municipal do Fundão na última reunião pública do executivo. O autarca esteve reunido com os responsáveis da estrutura nacional das infraestruturas e equipamentos da GNR para analisar o processo da requalificação do quartel do Fundão e da mudança em Alpedrinha.

No caso do Fundão, em Abril do ano passado foi assinado um protocolo entre  o Ministério da Administração Interna e a autarquia fundanense para a concretização da empreitada, avaliada em meio milhão de euros. O documento prevê que a autarquia elabore o projecto de execução, assim como o lançamento dos procedimentos inerentes à realização da obra, como o lançamento, a execução e a fiscalização da empreitada de reabilitação.


O investimento insere-se na Lei de Programação de Infraestruturas e Equipamentos das Forças e Serviços de Segurança, que tem como objectivo promover a modernização destas instalações, a melhoria da operacionalidade e das condições de trabalho dos militares, bem como a salvaguarda das condições de atendimento de todos os que recorrerem a este equipamento público.

 

"Acredito que até Abril possamos ter a componente do ante-projecto de arquitectura concluído e poder ser apresentado, embora antes tenha que ser validado pela GNR, como consta do protocolo, e no Verão estarem reunidas as condições para se efectuar o lançamento do concurso público para esta obra que é também fundamental", disse Paulo Fernandes.

 

Em relação ao processo de Alpedrinha, as novas instalações do quartel da GNR esperam, há cerca de dois anos, pela transferência do posto que funciona na casa do povo da vila. O novo quartel resultou da requalificação e adaptação do edifício do antigo mercado, mas algumas vicissitudes técnicas estão a atrasar a mudança.

 

" Dada a pequena dimensão do que está em causa, na parte de execução, manifestei a disponibilidade da câmara  de avançar com o procedimento logo que o projecto nos seja entregue. O objectivo é recuperar tempo porque ganhar tempo é uma expressão que aqui não se pode colocar em cima da mesa. Fiquei mais convicto que, neste momento, as questões estão de facto a entrar em cadeia de produção", conclui Paulo Fernandes.     

 



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