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Segunda, 20 Nov 2017
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POLÍTICA
OPÇÃO RECOLHE UNANIMIDADE
Está aprovada a compra do teatro cine por parte da Câmara da Covilhã. A proposta foi aprovada por unanimidade na última reunião da assembleia municipal tendo todos os partidos enaltecido esta opção da autarquia. A câmara vai adquirir o imóvel por um valor a rondar os 2 milhões de euros.
Por Nuno Miguel em 17 de Mar de 2010

Os próximos passos vão ser a elaboração do projecto, que vai ser candidatado a fundos comunitários, para a recuperação do imóvel com novas valências.

Embora saúde esta opção da autarquia, o líder da bancada do PS deixou o desafio para que "possa ser apresentada uma candidatura a programa de cooperação transfronteiriça que permita não só a recuperação do imóvel mas também a definição de um calendário de actividades culturais que possam decorrer no teatro". Já quanto à compra do imóvel, Miguel Nascimento entende que "mais vale tarde que nunca pois este caminho já deveria ter sido seguido há mais tempo".

Também a bancada da CDU votou a favor desta proposta embora Vítor Reis Silva tenha alertado que este caminho já deveria ter sido trilhado mais cedo "nomeadamente quando se avançou com a ideia do centro de artes em que foram desperdiçados recursos financeiros quando o caminho que nós sempre defendemos foi a compra e recuperação do teatro cine".

Críticas rejeitadas pelo presidente da câmara municipal da Covilhã. Carlos Pinto entende que "a compra do teatro cine representa um motivo de orgulho para a cidade e que vem culminar um processo de negociação que decorreu ao longo de vários anos". O autarca acrescenta que "este espaço, que vai ser o futuro teatro municipal da Covilhã, vai ter novas valências como um centro de congressos, salas de apoio e ainda um espaço que eu gostaria que fosse uma sala estúdio para que as entidades locais promotoras de cultura pudessem ter um local para apresentar o seu trabalho".

Por entre as novas valências do edifício, a autarquia pretende também recrear, em menores dimensões, o antigo “café montalto”. Carlos Pinto refere que "é nossa intenção que, no espaço onde funcionou uma agência de viagens, possamos recrear, em menores dimensões, esse local que faz parte da memória colectiva da nossa cidade".

O autarca estima que o custo da intervenção "ronde os 10 milhões de euros" mas não quer, para já, avançar prazos quanto ao inicio ou à conclusão dos trabalhos. 

 


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