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SOCIEDADE
ELEIÇÕES MARCADAS PARA NOVE DE FEVEREIRO
Rádio Cova da Beira
Paulo Jerónimo é candidato à presidência da direcção da nova associação de solidariedade social da Boidobra. A “Cerzir Afectos” vai eleger os seus primeiros órgãos sociais no dia nove de Fevereiro.
Por Nuno Miguel em 27 de Jan de 2019
ELEIÇÕES MARCADAS PARA NOVE DE FEVEREIRO
Paulo Jerónimo é candidato à presidência da direcção da nova associação de solidariedade social da Boidobra. A “Cerzir Afectos” vai eleger os seus primeiros órgãos sociais no dia nove de Fevereiro.
Depois de já ter integrado a comissão instaladora daquela organização, Paulo Jerónimo decidiu avançar com esta candidatura que tem como principal missão dotar novamente a freguesia de algumas valências de apoio social que deixaram de ser prestadas com o encerramento do centro social e paroquial de Santo André “as nossas valências prioritárias são aquelas de que a Boidobra e a suas populações ficaram privadas e que são o centro de dia e o apoio domiciliário. Isto jogando a par com uma falha que existe na Boidobra, e até a nível concelhio que é a creche, uma vez que as creches que existem já tem lista de espera para as crianças mas sabemos que antes disso há muito trabalho ainda a fazer”.     
Depois da eleição dos primeiros órgãos sociais, a associação vai solicitar à segurança social o registo como IPSS. Um passo determinante para o desenvolvimento deste projecto uma vez que só depois de dois anos de actividade é que vão estar reunidas as condições para se apresentar uma candidatura a acordos de cooperação “depois de nos inscrevermos na segurança social temos de estar dois anos em funcionamento e em que temos de mostrar trabalho, que somos uma associação credível, e depois no terceiro ano a segurança social vai ter uma palavra a dizer em relação a uma possível candidatura aos fundos que estejam disponíveis”.   
Para já a nova associação tem a sua sede administrativa a funcionar num espaço cedido pela junta de freguesia, mas o candidato à presidência da direcção admite que a construção de um edifício de raiz é a melhor forma de capacitar a associação para as valências que pretende desenvolver “não queremos arranjar um espaço qualquer e que depois nos pode trazer problemas de licenciamento ou de legalização. Por isso o processo passa sempre por uma construção de raiz. Ela terá de ser feita em conformidade do ponto de vista arquitectónico para as valências que nós queremos implementar. Já temos algumas soluções a ser avaliadas mas, como disse anteriormente, antes de chegar a essa fase vamos ter ainda muito trabalho pela frente”. 

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