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Terça, 23 Abr 2019
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SOCIEDADE
REGIÃO DEVE TER PLANO ESTRATÉGICO ALINHADO
Rádio Cova da Beira
O presidente do instituto politécnico de Castelo Branco defende que a região deve ter a capacidade de definir um plano estratégico alinhado, e em que todas as entidades da região sejam chamadas para contribuir na sua elaboração e a assumir responsabilidades na sua concretização.
Por Nuno Miguel em 26 de Jan de 2019
Durante a convenção da região centro organizada pelo PS no âmbito das próximas eleições europeias, e que decorreu naquela cidade, António Fernandes que essa deve ser uma exigência a apresentar a todos os eurodeputados portugueses que forem eleitos no acto eleitoral que está agendado para final de Maio “eu reclamo que a Europa exija também planos estratégicos alinhados. Não faz sentido existirem planos estratégicos individuais de cada instituição. Devemos ter um plano estratégico para cada região, que certamente será diferente de outra região, e que deve estar alinhado com o poder político local, as instituições de ensino superior e com outras organizações como o meio empresarial e o sector privado. Deve ser um plano construído por todos e em que cada um terá de assumir as suas próprias responsabilidades”. 
O presidente do IPCB acrescenta que as instituições de ensino superior também devem estar melhor preparadas para responder aos desafios do futuro, nomeadamente a definição de cursos e de unidades curriculares que vão de encontro às verdadeiras necessidades das empresas “a indústria pede que cada vez mais a academia vá ao encontro dela e que os planos curriculares sejam ajustados às necessidades do tecido empresarial no sentido de qualificar os actores, para que eles venham e que aqui se fixem. Nós temos dado o nosso contributo nesse sentido. Há um curso que era ministrado na escola superior de tecnologia e que actualmente toda a parte prática e curricular já é ministrada numa empresa do sector das TIC e em breve vamos arrancar com mais dois cursos, ao abrigo de um protocolo que assinamos com o IEFP e com o conselho coordenador dos politécnicos para os colocar em funcionar em Proença-a-Nova numa parceria com a empresa «Outsystems»”.
 António Fernandes faz ainda uma avaliação muito positiva da decisão tomada pelo governo em diminuir em cinco por cento o número de vagas nas instituições de ensino superior do litoral. O presidente do IPCB refere que essa medida permitiu reforçar a coesão territorial e deixou como exemplo o caso do politécnico albicastrense que recebeu, este ano lectivo, cerca de 1000 novos alunos.

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