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Domingo, 17 Fev 2019
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POL√ćTICA
CIMBSE QUER CRIAR BRIGADA DE SAPADORES
Rádio Cova da Beira
A comunidade intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela vai candidatar-se √† cria√ß√£o e gest√£o de uma brigada de sapadores florestais para actuar nos quinze concelhos que integram aquele organismo. A decis√£o foi tomada no final da √ļltima reuni√£o do conselho intermunicipal e surge depois de uma reflex√£o dos autarcas sobre tudo o que aconteceu nos inc√™ndios de Outubro de 2017.
Por Nuno Miguel em 25 de Jan de 2019

De acordo com o presidente da comunidade intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela “nós tivemos a problemática de 2017 com os incêndios e um grande desafio que se colocou à comunidade foi a criação de uma brigada de sapadores florestais, constituída por 14 sapadores e um engenheiro florestal que vai coordenar toda a equipa. Para além disso vai também ser criado um gabinete técnico florestal e por isso o conselho intermunicipal tomou esta decisão e quer levá-la por diante e nesse sentido vamos reunir os recursos humanos que são necessários para este fim e também equipá-los com tudo o que for preciso para o desempenho da sua missão”.     

 

Carlos Filipe Camelo acrescenta que esta brigada vai ser constituída por 15 elementos e a sua acção vai estar centralizada em três polos; Pinhel, Gouveia e Belmonte. O valor global do investimento ronda os 420 mil euros e os municípios irão suportar cerca de 300 mil “deliberámos formalizar a apresentação de uma candidatura, num valor a rondar os 420 mil euros, mas em que os municípios também vão comparticipar para que toda a equipa possa levar por diante as suas acções. Foi decidido criar três pólos de acção, um em Pinhel, outro em Gouveia e outro em Belmonte e que vão desenvolver a sua acção dentro daquilo que vier a ser definido pelo coordenador da brigada”. 

 

O presidente da CIM admite que devido a extensa área territorial seria desejável que pudesse ser criada uma segunda brigada de sapadores florestais, mas essa ideia não pode avançar no imediato devido a condicionalismos de ordem financeira “uma vez que temos um território muito vasto podíamos eventualmente ser levados a constituir uma outra equipa mas isso iria significar uma multiplicação de custos, que são muito significativos, independentemente da necessidade que o território tem de uma equipa como esta. Em termos imediatos estamos a falar de 300 mil euros, que somaríamos mais outros 300 mil para outra equipa, isto sem falar nos custos adicionais relativamente aos equipamentos necessários ao seu bom funcionamento assim como as viaturas que ela também irá necessitar”.

 


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