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Sábado, 23 Mar 2019
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POLÍTICA
“SE JULGA QUE ESTÁ IMPUNE, ESTÁ ENGANADO”
Rádio Cova da Beira
O vereador do movimento “De Novo Covilh㔠vai entregar na próxima semana ao Ministério Público uma participação contra o presidente da câmara da Covilhã. Em causa está a ausência de respostas a um conjunto de requerimentos apresentados por Carlos Pinto desde o início do mandato, ao abrigo do direito de oposição, mas que até agora não tiveram qualquer resposta.
Por Nuno Miguel em 10 de Jan de 2019

O eleito do movimento tornou público que se não tivesse resposta a esses requerimentos até 31 de Dezembro iria reportar a situação ao Ministério Público. Como a data limite já terminou, Carlos Pinto vai recorrer aos tribunais para ver esclarecidas dúvidas sobre vários contratos celebrados pelo actual executivo “não foram prestadas informações sobre contratos feitos pela actual câmara e que são muito suspeitosos no domínio da substituição de lâmpadas na Covilhã e que colocou a cidade como uma aldeia, às escuras. No domínio dos contratos que andaram a ser feitos com gabinetes de advogados que não se sabe o que é que fizeram de serviços para a câmara e outros requerimentos que apresentei. Como não tive qualquer resposta, vai ter que esclarecer isso tudo junto do ministério público e dos tribunais porque estamos perante um presidente da câmara que é um verdadeiro cobarde. E portanto é nos tribunais que essas pessoas devem efectivamente prestar contas”.   


O vereador da oposição da autarquia covilhanense vai ainda juntar a este processo as declarações proferidas por Vítor Pereira na última reunião da assembleia municipal a propósito de uma antecipação de receitas, no valor de dois milhões de euros, referentes à concessão do sistema de tratamento de águas residuais à empresa “Águas da Serra”. Um valor que, de acordo com o autarca, nunca entrou na câmara da Covilhã “estou agora a redigir esse documento e ele deve ser entregue já na próxima semana e vou pedir ao ministério público que solicite a esse senhor que esclareça como é que pode andar constantemente nesta calúnia e difamação. Como eu não devo nem temo se ele julga que está impune, está enganado”.

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