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Quarta, 16 Jan 2019
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POLÍTICA
AMC REÚNE EM JANEIRO PARA DEBATER DESCENTRALIZAÇÃO
Rádio Cova da Beira
O presidente da câmara da Covilhã vai solicitar a convocação de uma reunião extraordinária da assembleia municipal para que todas as forças políticas se possam pronunciar sobre as propostas do governo de descentralização de novas competências para as autarquias.
Por Nuno Miguel em 03 de Jan de 2019
O tema esteve em cima da mesa na última reunião do órgão onde a bancada da CDU apresentou uma moção onde se exigia que o município não assumisse nenhuma nova competência sem que a dotação financeira estivesse devidamente assegurada. O documento acabou por ser retirado depois do compromisso assumido por Vítor Pereira “eu tenciono no estrito cumprimento da lei discutir em primeira linha este assunto, que é da maior importância para o nosso concelho, no seio do executivo. E durante o mês de Janeiro irei solicitar ao presidente da assembleia municipal a marcação de uma assembleia extraordinária só para discutir esta problemática. Acho precipitado que estejamos a aceitar ou a rejeitar liminarmente uma coisa que ainda não discutimos profundamente. E depois, em função disso, cada um vai deliberar em consciência sobre as propostas que estão em cima da mesa”.   
O autarca covilhanense considera que qualquer decisão que viesse a ser tomada na última assembleia municipal seria extemporânea e por isso é importante que, antes disso, também o executivo se pronuncie sobre a matéria “acho que estamos aqui a querer andar com o carro à frente dos bois porque ainda nem sequer existiu essa discussão no executivo. Aliás, e com o devido respeito, isto é uma estratégia do PCP a nível nacional e esta é a mesma conversa que os presidentes de câmara dessa força política têm na associação nacional de municípios no sentido de tentar condicionar o debate. Este assunto vai ser debatido numa assembleia que terá de ter lugar obrigatoriamente em Janeiro porque senão expiram os prazos relativamente ao que está estipulado nos diplomas que define um prazo de 90 dias para nos podermos pronunciar”.  

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