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Sábado, 23 Mar 2019
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SOCIEDADE
“SITUAÇÃO PREOCUPA-NOS MUITO”
Rádio Cova da Beira
O presidente da direcção dos bombeiros voluntários da Covilhã mostra-se muito apreensivo com os efeitos que pode ter para o distrito de Castelo Branco a afectação das corporações às comunidades intermunicipais a que pertencem. A matéria está ainda a ser negociada entre a liga dos bombeiros portugueses e o ministério da administração interna no âmbito da reforma da protecção civil.
Por Nuno Miguel em 01 de Jan de 2019

No processo de conversações, que está a decorrer até final de Janeiro, já foi garantido que vai ser criada uma direcção nacional de bombeiros, com autonomia e orçamento próprio, mas Joaquim Matias não esconde alguma apreensão quanto à eventual afectação das corporações às comunidades intermunicipais “importa alertar que a proposta de intermunicipalização que está em cima da mesa vai obrigar a Covilhã, o Fundão e Belmonte a integrar os corpos de bombeiros da CIM das Beiras e Serra da Estrela, passando o comando para a Guarda, e também três associações do pinhal a passar para a comunidade intermunicipal de Santarém. Isso significa que o CDOS de Castelo Branco ficará apenas com seis corpos de bombeiros com mais de 400 operacionais e o CDOS da Guarda vai ficar com 34 corporações e mais de 3000 operacionais. Naturalmente que esta é uma situação que nos preocupa”.    

A criação de um regime bonificado em 20% da contagem do tempo para a reforma e a criação de incentivos fiscais para voluntários são matérias de que a liga dos bombeiros portugueses não vai abdicar. Uma matéria que está a ser estudada por um grupo de trabalho que deve apresentar proposta e regulamentação até final de Fevereiro. O próximo congresso da liga está agendado para 23 de Março.


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