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Quarta, 16 Jan 2019
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SOCIEDADE
“PROMESSA CONTINUA POR CUMPRIR”
Rádio Cova da Beira
José António Pinho acusa a câmara da Covilhã de estar a discriminar negativamente os comerciantes do centro histórico da cidade. Em causa está o preço praticado no silo auto da praça do município quando numa outra estrutura municipal, o parque de estacionamento subterrâneo junto ao tribunal, é utilizado de forma gratuita.
Por Nuno Miguel em 29 de Dec de 2018

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O empresário deslocou-se à última reunião pública do executivo covilhanense e questionou Vítor Pereira sobre o cumprimento de uma promessa feita aos empresários antes das últimas eleições autárquicas “foi-me dito pessoalmente, cara a cara, pelo actual presidente da câmara que o problema do silo auto seria resolvido de imediato se o PS vencesse as eleições autárquicas do ano passado. Essa promessa está por cumprir e é imprescindível que seja cumprida o mais depressa possível. O silo auto do pelourinho tem de ser comparado ao silo auto que está ao lado do tribunal e também tem que se grátis. Isto é uma discriminação negativa que não cabe na cabeça de ninguém”.  
José António Pinho recorda que em Agosto de 2017 foi entregue à câmara da Covilhã um abaixo assinado, com mais de 500 assinaturas, e onde os comerciantes apresentam a solução a dar a este problema que é apontado como a principal causa da desertificação do centro histórico “a desculpa que não há dinheiro mais justifica que o silo auto tenha um trabalho como nós sugerimos e em que não defendíamos que seja totalmente grátis. Aquilo que sugerimos é que as primeiras quatro horas sejam grátis e as quatro horas seguintes tenham um custo de 50 cêntimos. Isto é viável e iria dar mais dinheiro ao silo auto. Já os residentes, os empresários e os colaboradores iriam poder adquirir um livre trânsito pelo valor de dez euros mensais”.   
Na resposta, o presidente da câmara da Covilhã sublinhou que a matéria vai ser equacionada no âmbito do projecto de bilhética integrada que o município quer implementar em 20198. Ainda assim Vítor Pereira reconheceu que é necessário colocar um ponto final na situação de desigualdade que foi apresentada pelo empresário “a nossa vontade é inquebrantável no sentido de resolver o assunto, reconheço que tem razão quando diz que há uma relativa injustiça entre o silo junto ao tribunal e o do centro da cidade e deve ser colocado um ponto final dessa diferenciação. Como o senhor sabe em 2019 é o ano do fim da concessão dos transportes públicos da cidade e nós queremos implementar uma coisa única a nível nacional que é a bilhética integrada e que visa todas as infraestruturas municipais, o estacionamento à superfície, subterrâneo, utilização dos ascensores e estou certo de que, com arte e engenho, vamos encontrar uma solução que valorize os nossos comerciantes e os nossos empresários”.   

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