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Sábado, 23 Mar 2019
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POLÍTICA
ELEITOS RECORREM ÀS INSTÂNCIAS JUDICIAIS
Rádio Cova da Beira
A bancada do PSD na assembleia municipal da Covilhã vai recorrer aos tribunais no sentido de ser verificada a legalidade do processo de integração de trabalhadores precários nos quadros da autarquia. A questão esteve em cima da mesa na última reunião do órgão, em que foi aprovada a acta onde o assunto foi votado, o que levou Hugo Lopes a denunciar um conjunto de irregularidades que alegadamente foram cometidas.
Por Nuno Miguel em 27 de Dec de 2018
“O programa de regularização de vínculos precários na Covilhã foi, ao mesmo tempo, repleto de ilegalidades e de mentiras. O Partido Socialista alegou que foi um processo transparente mas não criou uma comissão de avaliação bipartida. Alegaram, como consta numa acta, que 57 por cento dos ditos precários integrados nos quadros do município vinham de antes de 2013 mas os documentos enviados pela própria câmara municipal dizem-nos que isto é mentira e que dos 76 trabalhadores integrados 58 vêm depois de 2013”.    
Por isso os eleitos social democratas vão recorrer às instâncias judiciais para se pronunciarem sobre o processo, até porque existem dúvidas sobre se existiria quórum no processo de votação dada a situação de incompatibilidade que foi alegada por alguns eleitos “nós não sabemos quantas pessoas estavam na sala porque a acta diz que algumas pessoas se ausentaram por incompatibilidades e não sei se os presentes se lembram dessas pessoas se terem ausentado no âmbito da votação mas isso pode ser facilmente corroborado pelas gravações. Temos dúvidas muito claras se existia quórum naquele momento para aprovar esta proposta. Nesse sentido o PSD irá recorrer junto das instâncias judiciais competentes para averiguar a veracidade deste processo”.  
Durante a reunião, Vítor Pereira não fez qualquer comentário sobre o assunto. Questionado no final, o presidente da câmara da Covilhã refere que tudo não passa de uma tentativa de prova de vida por parte do PSD “com o devido respeito, o senhor deputado municipal não fez o trabalho de casa e é mais um «fait divers». É mais uma invectiva política porque tem que justificar a presença que tem aqui. Assim sendo é uma maneira de dizer ao seu eleitorado que existem e que estão vivos. É uma prova de vida”.  

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