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Segunda, 17 Dez 2018
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CIMD Cabecalho
SOCIEDADE
SIMULACRO NO CHUCB
Rádio Cova da Beira
A deflagra√ß√£o de um inc√™ndio no piso inferior do departamento de psiquiatria e sa√ļde mental do centro hospitalar e universit√°rio da Cova da Beira e que obrigou √† evacua√ß√£o de todo o edif√≠cio foi o cen√°rio de um simulacro que decorreu esta manh√£ nas instala√ß√Ķes daquela unidade de sa√ļde.
Por Nuno Miguel em 06 de Dec de 2018

Um exercício que levou à activação do plano de emergência do centro hospitalar e de acordo com o comandante dos bombeiros da Covilhã, Fernando Lucas, tudo decorreu sem problemas “não foram detectadas grandes dificuldades neste exercício. Não assinalámos nenhum obstáculo ao nível dos acessos e logo que chegámos ao teatro de operações foi detectado o foco de incêndio e rapidamente foi extinto. Na parte da evacuação do edifício coube ao centro hospitalar activar o plano de emergência e também tudo correu dentro daquilo que era esperado”.

 

Este foi o segundo simulacro realizado no espaço de uma semana no centro hospitalar. Exercícios que, para além de testarem a capacidade operacional, permitem também aos profissionais que trabalham naquela unidade de saúde estarem melhor preparados para responder a qualquer eventualidade. João Casteleiro, presidente do conselho de administração, destaca ainda a resposta profissional que foi mostrada por todas as entidades com responsabilidades na área da protecção civil “o simulacro correu bem e dentro daquilo que era previsível e isso devido ao alto grau de profissionalismo de todos os agentes envolvidos, como os bombeiros, a protecção civil, a PSP e a GNR. São pessoas que estão habituadas a este tipo de situações e deram logo o seu apoio. Ao nível da nossa equipa interna cada vez estamos mais aptos, sabemos que com o treino é isso que acontece, e podemos afirmar com alguma segurança que há uma certa preparação na abordagem de situações como esta, que foi um simulacro de incêndio, quer de outras catástrofes”. 

 

Um simulacro que também foi acompanhado pelo comandante operacional municipal, pelo vereador com o pelouro da protecção civil na Câmara da Covilhã e ainda pelo comandante operacional distrital. Francisco Peraboa referiu à RCB que este tipo de simulacros é um exemplo a seguir por outras instituições no distrito, nomeadamente ao nível dos serviços públicos e a que diariamente acorrem várias centenas de pessoas.  


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