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Domingo, 16 Dez 2018
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SOCIEDADE
DESAFIO DE CORTAR A RESPIRAÇÃO
Rádio Cova da Beira
Esta quarta-feira, 21 de Novembro, assinala-se o Dia Mundial da DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica) e a Respira, Fundação Portuguesa do Pulmão e o Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar lançam um desafio a todos os portugueses: tapar o nariz e respirar através de uma palhinha, inspirar e expirar e fazê-lo, repetidas vezes, para dentro do pequeno tubinho.
Por Paulo Pinheiro em 21 de Nov de 2018

Porque este é também o desafio diário de quem vive com DPOC, um desafio de cortar a respiração. Sensibilizar para as dificuldades dos doentes com DPOC é o grande objectivo 

“A falta de ar é uma situação assustadora”, confirma Isabel Saraiva, vice-presidente da Respira, Associação Portuguesa de Pessoas com DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica) e outras Doenças Respiratórias Crónicas. Mas falar é fácil. O difícil é senti-lo, como acontece com estes doentes e, acima de tudo, viver assim.

 

 É por isso que, a propósito do Dia Mundial da DPOC, que este ano se assinala hoje, a Respira, a Fundação Portuguesa do Pulmão, e a APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral de Familiar) representada pelo seu Grupo de Estudos GRESP (Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias da APMGF), com o apoio da Boehringer Ingelheim, desafiam os portugueses a tapar o nariz e respirar através de uma palhinha, inspirar e expirar e fazê-lo, repetidas vezes, para dentro do pequeno tubinho. Porque este é também o desafio diário de quem vive com DPOC, um desafio de cortar a respiração.

Os pulmões vão fazer um esforço extra, as mãos vão suar e as pessoas vão poder parar quando quiserem, ao contrário dos 800 mil doentes em Portugal, a quem a doença corta a respiração a cada minuto.

 

 Para ajudar na divulgação, pede-se a quem aceitar este desafio que registe, com uma fotografia, esse momento de bravura e o partilhe nas redes sociais, com #cortararespiração. “Para que, juntos, possamos dar um novo ar ao ar que os doentes sentem cortado”, referem os promotores da iniciativa.


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