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Sexta, 14 Ago 2020
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SOCIEDADE
NOVO MAPA JUDICI?RIO CONTESTADO
C?mara municipal da Covilh? e advogados contra a proposta do Governo do novo mapa judici?rio. Autarquia e advogados dos concelhos de Covilh?, Fund?o e Belmonte v?o formar grupo de trabalho para contestar o documento.
Por Paulo Pinheiro em 30 de Jan de 2008
“ Se a proposta fosse implementada, teríamos o caldo entornado”. O aviso do presidente da câmara municipal da Covilhã no final da reunião com advogados para discutir a última versão do reordenamento judicial. O documento aponta para a extinção da comarca da Covilhã, e integra os municípios da Covilhã, Fundão e Belmonte na nova circunscrição da Beira Interior sul, com sede em Castelo Branco. Carlos Pinto estranha, que neste processo, seja ignorada a divisão em NUTs , como é o caso da Cova da Beira, e noutras áreas a nomenclatura de unidade territorial tenha sido a escolha do Governo. “Espero que o primeiro-ministro não esqueça o lugar de destaque que a Covilhã tem no contexto do interior do país, não pode alegar desconhecimento” referiu o autarca covilhanense. Os cerca de cinquenta advogados presentes são unânimes na contestação “ não há números, nem razões sociológicas, nem históricas que expliquem esta proposta” refere Ramiro Mendes, presidente da delegação da ordem dos advogados do Fundão. Para Miguel Fonseca, advogado da Covilhã, o novo mapa judiciário “serve a associação sindical de juízes que defende a união de NUTs”.

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