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Domingo, 18 Nov 2018
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POLÍTICA
CEDÊNCIA APROVADA
Rádio Cova da Beira
A câmara municipal da Covilhã aprovou por unanimidade a assinatura de um protocolo com a empresa “Beiralt Tim”, que vai ceder à autarquia o edifício do antigo refeitório dos mineiros. O objectivo passa por transformar o local num novo centro interpretativo mineiro. Um projecto que a autarquia covilhanense pretende desenvolver em parceria com a câmara do Fundão.
Por Nuno Miguel em 18 de Oct de 2018

No final da última reunião privada do executivo covilhanense, Vítor Pereira sublinhou que “é um projecto muito ambicioso que nós acarinhamos e que resulta de uma parceria profícua com o município do Fundão no sentido de valorizarmos toda aquela zona mineira que é muito importante no nosso concelho. Ao mesmo tempo queremos também densificar a importância não só da indústria mineira mas de toda a sua história. Estamos a falar de um espaço que, em bom rigor, é um museu a céu aberto e que pode ter aqui um ponto de apoio muito importante ao nível da dinamização da actividade turística”.   

 

O projecto já foi alvo de uma candidatura a fundos comunitários e o autarca covilhanense acredita que a mesma vai ser aprovada, atendendo à importância que pode ter para a dinamização económica e turística de todo o couto mineiro “a candidatura está feita e, do meu ponto de vista, ela é muito auspiciosa e estamos convictos de que ela será aprovada. Temos tido uma relação excelente com a «Beiralt Tin» que tem estado sempre disponível para colaborar connosco em várias frentes e a cedência deste edifício é mais um exemplo disso”. 

 

O presidente da câmara da Covilhã acredita que este centro interpretativo pode ser o primeiro passo de um projecto mais ambicioso, que pode inclusivamente passar pela criação de roteiros em galerias abandonadas das Minas da Panasqueira “na Europa existem mais de 350 antigas minas que são visitáveis e objecto de atracção turística e nós temos aqui uma mina impar, com um conjunto de galerias inigualável com cerca de 12 mil quilómetros. É óbvio que, por razões de segurança e de acessibilidade, nem todas elas podem ser visitáveis mas podemos vir a aproveitar algumas que estejam mais perto da superfície e que ofereçam essas condições”. 

 

Uma reunião do executivo onde a autarquia covilhanense aprovou também a cedência de um espaço no condomínio associativo da Covilhã para a instalação de uma sede à associação das aldeias de crianças SOS de Portugal.


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