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Segunda, 21 Jan 2019
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POLÍTICA
JSD PROPÕE CAMPUS EMPRESARIAL NO INTERIOR
Rádio Cova da Beira
A comissão política distrital da JSD de Castelo Branco entregou aos deputados do PSD eleitos pelo distrito um conjunto de propostas que possam ser discutidas e introduzidas como propostas legislativas nos debates sobre o orçamento do estado para 2019. Os jovens social democratas defendem a adopção de medidas “disruptivas” nas áreas do emprego, da mobilidade e do investimento.
Por Nuno Miguel em 17 de Oct de 2018
Em comunicado, a distrital da JSD sustenta que a apresentação deste conjunto de propostas resulta do trabalho efectuado no âmbito do projecto político “agora o interior” e que pretende “criar uma região de futuro para a actual e futuras gerações”.
Nas áreas da inovação e do empreendedorismo a JSD defende que deve ser projectada, em parceria com as instituições de ensino superior sediadas no interior “uma estratégia de complementaridade entre a oferta formativa pré e pós-graduada e o tecido empresarial com maior vigor dinâmico nas regiões interiores”, complementada com a canalização de financiamento europeu “para construir um emblemático campus empresarial num ponto estrategicamente favorável do centro interior do país”. Por entre outras medidas a JSD destaca ainda a criação de linhas autárquicas de apoio ao desenvolvimento de ideias inovadoras assim como “convocar o top 50 das empresas Portuguesas a criarem um fundo para apoiar o ecossistema empreendedor e as pequenas e médias empresas”.
Ao nível da economia, a distrital de Castelo Branco da JSD defende uma “renovação estratégica e ambiciosa das infraestruturas ferroviárias, por forma a aproximar temporalmente todos os pontos do país” a par de um “alívio fiscal significativo a projectos de investimento e negócio que sejam amigos do ambiente”. A abolição em pelo menos, 50% do valor das portagens rodoviárias, a construção de um aeroporto num ponto central de Portugal, com suporte de rede ferroviária ou rodoviária e que assegure chegada aos extremos do país num máximo de aproximadamente duas horas de viagem e ainda a criação de um mecanismo de projecção internacional do comércio endógeno do interior, com suporte à expansão de escala de sectores tidos como de elevado potencial como a gastronomia, o artesanato e o têxtil são outras das propostas.

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