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Domingo, 18 Nov 2018
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POLÍTICA
ALTERAÇÃO APROVADA
Rádio Cova da Beira
A câmara municipal da Covilhã aprovou por maioria a alteração do consórcio adjudicatário que venceu o concurso para a requalificação do edifício do teatro municipal e a sua transformação no centro de inovação cultural daquela cidade. Recorde-se que em Novembro do ano passado a obra foi adjudicada a um consórcio composto pelas empresas “MRG” e “Ramos Catarino”, devendo os trabalhos arrancar ainda antes do final do ano.
Por Nuno Miguel em 16 de Oct de 2018
Adolfo Mesquita Nunes, vereador do CDS/PP, votou contra esta proposta, alegando que a documentação de suporte a este ponto da ordem de trabalhos foi enviada fora de prazo “eu votei contra essa alteração porque a documentação relativa a essa matéria apenas chegou na véspera da reunião, fora de prazo, e não tive tempo de perceber os motivos dessa alteração e tentar ter a noção das consequências da mesma. Ainda assim a câmara entendeu, em maioria, que apesar de o prazo legal não ter sido respeitado, devia votar essa matéria por urgência na mesma”.  
Já o vereador do movimento “De Novo Covilhã” espera que esta situação não venha criar novos atrasos à realização da empreitada. Paulo Rosa sublinha que “já muita coisa foi dita sobre este assunto mas a verdade é que nada avança em concreto relativamente a esta obra. Obviamente que é importantíssimo para a cidade e para o concelho que exista um teatro municipal ao serviço da cultura e da recreação da nossa sociedade. Este processo tem sido alvo de tanta conversa mas que não tem levado a nada e, supostamente, poderá ser mais uma desculpa para atrasar as obras”.  
Críticas que o presidente da câmara da Covilhã desvaloriza. De acordo com Vítor Pereira tratou-se apenas de uma questão relacionada com a cessão de posição contratual de uma das empresas que integravam este consórcio “havia duas empresas que estavam consorciadas e uma delas, no plano das relações internas entre elas, decidiram colocar um ponto final a esse consórcio. É uma situação perfeitamente normal e que em nada colide com o normal decursos das obras. Elas vão arrancar em breve e nós contamos que o estaleiro seja montado dentro de poucos dias. Mas como houve uma cessão de posição contratual entre eles a condição essencial para se poder avançar com uma obra destas é terem o alvará para se efectuar a consignação e nesse sentido havia a necessidade de a câmara dar anuência a essa situação”.  
Desta forma, a responsabilidade da obra vai ficar inteiramente a cargo da empresa “MRG Construtions”. Uma intervenção que representa um investimento na ordem dos quatro milhões de euros e que deve estar finalizada no último trimestre de 2019. 

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