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Domingo, 21 Out 2018
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POLÍTICA
“MUITA PARRA E POUCA UVA”
Rádio Cova da Beira
É desta forma que o eleito da CDU na assembleia da união de freguesias da Covilhã e do Canhoso avalia o primeiro ano deste mandato da gestão socialista à frente dos destinos da autarquia. Para Jorge Fael “existem assim todas as condições para um mandato concretizador, conteúdo isso está longe de se verificar”.
Por Nuno Miguel em 11 de Oct de 2018
O eleito da CDU sustenta que “os primeiros meses de mandato foram marcados por uma catadupa de anúncios e de promessas e pelo confronto protagonizado pelo presidente da junta de freguesia, contra o presidente da câmara municipal, supostamente em defesa dos interesses da freguesia, mas na verdade, um ajuste de contas pessoal e político. Um processo do qual não resultou, como seria de esperar, qualquer benefício para a freguesia”.
Jorge Fael aponta como uma das marcas negativas deste primeiro ano de mandato “o despedimento de uma trabalhadora precária há largos anos ao serviço da junta de freguesia. Um despedimento inaceitável e que, ao contrário do que foi afirmado pelo executivo PS, podia ter sido evitado ao abrigo do programa de regularização extraordinário de vínculos laborais precários na administração pública”.
Já no plano orçamental, o eleito da CDU considera que “o PS oscilou entre a aparente democraticidade e a demagogia. Isto é, ao mesmo tempo que inclui nas grandes opções do plano, quase exaustivamente, as propostas da oposição, o que se verifica é que as mesmas não têm qualquer correspondência no orçamento, ou seja, são letra morta”. Para Jorge Fael “a conclusão que já se pode tirar destes quase 12 meses de mandato, é que o estilo mais eufórico deste executivo, por contraponto com o anterior, bem como as promessas eleitorais e de mudança, sem prejuízo de algumas iniciativas positivas, mas completamente desgarradas de um sentido programático, deram uma vez mais lugar ao imobilismo e à continuação dos mesmos métodos e das mesmas políticas”. Um quadro que, de acordo com o eleito da CDU se estende à mesa da assembleia de freguesia “que se tem comportado como uma mera correia de transmissão do poder executivo determinando assim a sua própria desvalorização, incapacidade e ineficácia em assumir o papel que lhe cabe”.

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