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Terça, 18 Dez 2018
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SOCIEDADE
MAIS CAMAS PARA ESTUDANTES DESLOCADOS NA REGIÃO
Rádio Cova da Beira
A Universidade da Beira Interior e o Instituto Politécnico da Guarda são duas das entidades abrangidas pelo protocolo para a reabilitação de imóveis, que vai possibilitar a existência de mais camas para estudantes deslocados.
Por Paulo Pinheiro em 10 de Oct de 2018

De acordo com o JN, o ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior assina “brevemente” a reabilitação de 12 imóveis com entidades de 11 regiões, ao abrigo do Plano Nacional de Alojamento para o Ensino Superior, lançado em Maio. Covilhã e Guarda são duas das 11 regiões do país abrangidas pelo protocolo.

As obras, com um orçamento estimado em 15 milhões de euros, vão permitir a criação de duas mil novas camas para estudantes deslocados nas universidades e politécnicos. A tutela revelou que no próximo ano estão disponíveis as primeiras 700, e em 2021, todas as camas estarão concluídas.

O financiamento é feito através do Fundo Nacional para a Reabilitação do Edificado, que consiste na recuperação de imóveis públicos para arrendamento, de preferência a custo acessível, para habitação permanente ou residência temporária de estudantes.

Numa primeira fase, são reabilitados imóveis do Estado, autarquias, instituições de ensino superior e outras entidades públicas e do terceiro sector que, em troca, recebem “unidades de participação” do fundo.

O recurso ao alojamento privado, com o crescimento do turismo, é cada vez menos uma opção para os alunos devido ao elevado preço dos quartos, principalmente em Lisboa e Porto. Segundo os dados do Plano Nacional de Alojamento, revelado no passado mês de Setembro, no ano lectivo de 2016/2017 existiam 152 mil alunos deslocados no Ensino Superior, e a oferta nas residências universitárias era de 13%, com 15 370 camas. 

 

c/ Beatriz Cavaca 


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