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Segunda, 10 Dez 2018
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SOCIEDADE
REFORMADOS EM CONVÍVIO NA COVILHÃ
Rádio Cova da Beira
O coordenador da união de sindicatos de Castelo Branco garante que aquela estrutura sindical vai continuar a bater-se para que todos os trabalhadores com 40 anos de descontos possam ter direito a passar à situação de aposentação sem quaisquer penalizações.
Por Nuno Miguel em 08 de Oct de 2018
Durante o convívio distrital da inter reformados, que decorreu no passado sábado na Covilhã, Luís Garra afirmou que “nós queremos que um trabalhador que descontou durante 40 anos possa ter direito à reforma por inteiro. Essa é a nossa reivindicação. O governo não tem assim pensado, tem feito isto às prestações, mas há um compromisso que assumiu e que vai ter que cumprir e que é que até final desta legislatura a reforma seja alcançada para os trabalhadores que tenham 60 anos de idade e 40 anos de contribuições”.   
O coordenador da união de sindicatos acrescenta que ao longo da actual legislatura já foram feitas várias conquistas ao nível da reposição de rendimentos, foi ganha a batalha pelo pagamento da comparticipação dos medicamentos para os reformados dos lanifícios mas há outra luta que a região vai continuar a travar “é a batalha pela abolição das portagens na A 23 e na A 25. É agora, na discussão do próximo orçamento de estado, que vamos ver quem são os partidos que apresentam propostas para a abolição e depois vamos ver quem vota a favor e quem vota contra elas. Não se pode andar a encher a boca com o discurso do interior e depois manter portagens que são um cancro que mina a economia e a sociedade da nossa região”.  
Em representação da direcção nacional da inter reformados, Isabel Lemos sustenta que é importante valorizar tudo o que foi conquistado na actual legislatura mas chegou agora o momento de exigir ao governo a adopção de novas medidas para recuperar tudo o que foi perdido entre 2010 e 2015 “o tempo passa, vai rolando, e é necessário ir mais longe. É urgente reverter ainda mais algumas das medidas gravosas que foram tomadas entre 2010 e 2015, designadamente o cumprimento de um direito dos trabalhadores como é o da negociação colectiva. Mas há mais a lembrar ao governo. São assuntos que merecem reivindicações e lutas como serviço nacional de saúde, a escola pública de qualidade ou a rede pública de apoio à dependência. E o momento para o fazer é agora, em vésperas da aprovação do orçamento para 2019”.  

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