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Terça, 18 Dez 2018
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SOCIEDADE
GOVERNO QUER APOIAR NOVAS BRIGADAS DE SAPADORES FLORESTAIS
Rádio Cova da Beira
O secret√°rio de estado das florestas considera que √© importante refor√ßar o n√ļmero de brigadas de sapadores florestais no territ√≥rio que envolve os 15 munic√≠pios da comunidade intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela. A afirma√ß√£o feita por Miguel Freitas no final de uma reuni√£o com os autarcas onde foi feito um ponto de situa√ß√£o referente ao per√≠odo mais cr√≠tico de combate a inc√™ndios florestais.
Por Nuno Miguel em 04 de Oct de 2018
Miguel Freitas refere que há disponibilidade do governo em apoiar a criação de novas brigadas mas deixa o alerta que “não é preciso ter uma brigada em cada município e essa é que é a grande questão. Por isso a componente logística vai ficar a cargo da comunidade intermunicipal em função dos custos que isto tem. Neste momento o mais importante é que a brigada que já está em constituição se concretize. Nós já abrimos um segundo anúncio ao qual esta comunidade não se candidatou mas o compromisso que assumi foi no sentido de consolidar este processo e no início de 2019 vamos lançar um novo anúncio para criação de equipas e brigadas de sapadores florestais e nessa altura vamos reavaliar a situação porque eu entendo que é pouco ter apenas uma brigada na área que envolve estes 15 municípios”.  
Nesta deslocação à região, o governante faz ainda uma avaliação muito positiva do projecto-piloto que está a ser desenvolvido ao nível da videovigilância “é um projecto muito interessante e que pode ser estendido ao resto do país. Este ano foram introduzidos novos elementos no dispositivo sendo que um deles é a questão da vigilância que nós consideramos essencial. Nós reforçámos a vigilância fixa com mais postos de vigilantes, aumentamos de 24 para 42 o número de brigadas das forças armadas ao nível da vigilância móvel e temos esta aposta ao nível da videovigilância e que queremos que tenha continuidade”.   
Apesar de o número de ocorrências ter diminuído de forma considerável ao longo dos primeiros nove meses do ano, Miguel Freitas sublinha a importância de manter a aposta na sensibilização das populações “neste momento temos cerca de metade daquilo que são o número de ocorrências da média dos últimos dez anos. Significa que o comportamento dos portugueses em relação aos fogos florestais melhorou mas esse esforço de sensibilização tem de continuar”. 

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