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Terça, 16 Out 2018
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SOCIEDADE
INTERIOR PRECISA DE UMA AGENDA COMUM
Rádio Cova da Beira
A presidente do conselho de administração da empresa “Dielmar” lança um desafio aos partidos políticos com assento na assembleia da república no sentido de se criar uma plataforma que crie uma agenda própria para resolver os problemas do interior.
Por Nuno Miguel em 04 de Oct de 2018

Num debate que decorreu em Castelo Branco, promovido pela plataforma contra as portagens, Ana Paula Rafael considera que esse passo pode ser determinante para evitar que a região continue a evidenciar os mesmos problemas que até agora tem impedido o seu desenvolvimento “nós estamos aqui a discutir o custo que hoje as portagens têm e aquilo que representam para o futuro e para a concretização do abismo muito próximo e já temos uma morte anunciada nesse sentido mas eu penso que devemos ir mais além. E por isso temos de definir se queremos ou não criar uma agenda própria do interior em que não estão apenas os senhores deputados sentados nessa mesa mas chamam também os autarcas e todas as forças vivam que têm de lá estar e se queremos ou não criar uma agenda comum para toda a gente para debater este tema de uma forma desapaixonada do ponto de vista partidário e de uma forma apaixonada pelo futuro da região e eu diria até pelo equilíbrio do país”. 

 

Um repto que foi aceite pela plataforma pela abolição das portagens na A 23 e na A 25. No entanto Luís Garra considera que o primeiro passo para a criação dessa agenda tem de passar pela concretização do modelo de regionalização “esta plataforma não foge a desafios. Mas também não reage a quente e no momento de um debate pegar na agenda e marcar logo. Mas para nós há uma questão central no debate que é preciso fazer e essa questão é a regionalização. Não há solução sem regionalização. Agora é preciso fazer esse debate para estudar medidas e para as propor, mas que sejam feitas por nós que estamos cá. Não são medidas de uns iluminados que para ai arranjaram para nos dizer aos do interior o que temos de defender. Mas sem a regionalização, nada feito”.

 

Já em relação aos representantes dos partidos políticos presentes neste debate, todos reconheceram a necessidade de encarar os problemas do interior como uma questão central do território e que não podem ser resolvidos com medidas paliativas.

 


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