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Segunda, 17 Dez 2018
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POLÍTICA
CRITÉRIOS APROVADOS
Rádio Cova da Beira
A câmara municipal da Covilhã aprovou por maioria a proposta de definição dos critérios para atribuição de apoios no âmbito do novo regulamento de apoio ao associativismo.
Por Nuno Miguel em 26 de Sep de 2018
A autarquia definiu um montante para apoiar as actividades regulares no valor de 200 mil euros, reservando uma fatia de 75 mil euros para investimentos em obras e equipamentos e outra de 25 mil euros para actividades supra concelhias, sendo que todos os processos vão ser objecto de candidaturas prévias.
O vereador do CDS/PP absteve-se na votação por considerar que o regulamento dá poucas explicações sobre a forma como as colectividades podem avançar com os processos de legalização das suas sedes. Adolfo Mesquita Nunes considera ainda que a fórmula utilizada para a atribuição dos apoios é pouco esclarecedora “eu tenho como principio que não há problema nenhum em dizer que não se percebe e eu não percebo estas fórmulas. E por isso imagino que boa parte das colectividades e das associações também não a vai perceber. Não estou com isto a dizer que elas foram feitas assim para que ninguém as percebesse e saudei a existência do regulamento. Eu não preciso que haja um gabinete do associativismo a dar resposta sobre como é que se preparam as candidaturas. Preciso é de um documento escrito da câmara que explique todo o processo para que depois os interessados possam, de acordo com essas indicações, perceber como é que avaliam toda a situação e posteriormente poderem confrontar a câmara com os resultados”.    
Na resposta, o vereador com o pelouro do desporto na autarquia covilhanense sublinha que em relação às sedes o processo de legalização terá de ser desencadeado por todas as associações interessadas. Já em relação à complexidade da fórmula para atribuição de apoios, José Miguel Oliveira garante que vão ser dadas todas as condições às colectividades para que possam apresentar as suas candidaturas sem qualquer problema “melhor do que esse documento que o senhor vereador fala até pode ser disponibilizado o próprio simulador numa folha de excel para que todos percebam como é que isto é calculado do ponto de vista de apoio às associações. É este o nível de transparência que temos em relação a este processo. Relativamente à questão das sedes, tem de partir das associações a vontade de legalizarem os edifícios. Não podem ser os técnicos da câmara que chegam ao processo e corrigem as lacunas que existem do ponto de vista urbanístico”.   Explicações que não convenceram o eleito do CDS/PP que se absteve na votação desta proposta tal como Carlos Pinto, vereador do movimento “De Novo Covilhã”.

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