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Domingo, 21 Out 2018
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POLÍTICA
VERBAS DEVEM SER REFORÇADAS PARA ÁREAS DETERMINANTES
Rádio Cova da Beira
O presidente da comunidade intermunicipal da Beira Baixa considera que o próximo quadro comunitário de apoio não pode voltar a deixar de fora alguns investimentos estruturais para o desenvolvimento da região. A ideia deixada por Luís Pereira na audição promovida pela comissão parlamentar de definição na nova estratégia comunitária que decorreu na universidade da Beira Interior.
Por Nuno Miguel em 21 de Sep de 2018

O também presidente da câmara municipal de Vila Velha de Rodão apontou como exemplo a construção do IC 31. Uma obra há muito reivindicada e sucessivamente prometida mas que nem sequer foi contemplada no âmbito do actual quadro “este quadro comunitário trouxe alguma redução em termos dos apoios que disponibilizava, houve alguns que nem puderam sair para o papel, lembro o caso do IC 31 que é fundamental para o nosso território, e na minha perspectiva é fundamental que os quadros comunitários garantam financiamento para que estas obras se concretizem. Neste caso é uma obra que nos liga a Espanha e a novos mercados, cria um corredor entre Coimbra, Castelo Branco e Madrid, e que pode abrir novas perspectivas para a economia e para o sector do turismo entre outras”.      

 

A atracção de investimentos para a região, que permitam criar novos postos de trabalho e fixar populações, é apontada pelo presidente da comunidade como determinante para o futuro da região. Mas no actual quadro “aquilo que foi necessário fazer em termos de investimento público para garantir a chegada de investimentos privados não encontrou suporte neste quadro comunitário. No caso do município de Vila Velha de Ródão tivemos de ser nós a fazer esses investimentos com capitais próprios e se essa capacidade não existisse não teríamos mais investimento privado. Nesse sentido eu entendo que deve haver uma maior flexibilidade dos quadros e de haver respostas para este tipo de investimentos que são muito importantes para o nosso território”. 

 

Luís Pereira considera que a área da regeneração urbana é outra das que deve merecer uma atenção especial por parte do próximo quadro comunitário de apoio “há ainda muito a fazer nessa área e este quadro comunitário veio também, de alguma forma, reduzir as verbas que estavam disponíveis para a regeneração urbana. Obviamente que as câmaras municipais continuam a fazer o seu trabalho, com mais sacrifício e a um ritmo mais lento, mas é importante que existam recursos para termos as nossas cidades e vilas cada vez mais requalificadas, com mais atractividade e dessa forma também contribuir para que mais pessoas se fixem no nosso território”.  

 

Uma audição pública onde também esteve anunciada a presença do presidente da comunidade intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela. No entanto, devido a motivos de última hora, Carlos Filipe Camelo acabou por não marcar presença na iniciativa.

 

 


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