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Terça, 25 Set 2018
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POLÍTICA
POPULAÇÕES DEVEM SER OUVIDAS
Rádio Cova da Beira
Nuno Pinto considera que é fundamental que as populações sejam ouvidas no âmbito do novo processo de reorganização das freguesias que o governo quer desencadear na próxima sessão legislativa e que poderá reverter, em vários casos, os processos de agregação concretizados pelos anterior executivo.
Por Nuno Miguel em 15 de Sep de 2018

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Em declarações à RCB, o dirigente da concelhia da Covilhã do Bloco de Esquerda, que encabeçou a lista à união de freguesias da Covilhã e Canhoso considera que esta é uma das situações que deve ser revista com urgência. A começar pela reposição da autonomia administrativa para o Canhoso “no caso do Canhoso eu percebi claramente durante a campanha que as pessoas queriam manter a sua freguesia. Eu acho que este é um dos casos em que se deve reverter porque as pessoas nem sequer foram ouvidas aquando do processo de agregação. Desde que as eleições foram realizadas, há quase um ano, o Canhoso contínua igual ou pior e na altura o que contou foi ir buscar os votos. Apregoou-se que o Canhoso ia ficar excepcionalmente bem colocado com a agregação à cidade mas podemos constatar que não foi isso que aconteceu”. 
Mas também em relação à cidade, Nuno Pinto considera que a união das quatro anteriores juntas, Conceição, Santa Maria, São Pedro e São Martinho em apenas uma freguesia não foi benéfica para as populações e por isso defende um regresso ao anterior modelo “pessoalmente eu defendo as quatro freguesias porque entendo que as juntas devem estar o mais próximas possível da população e cada freguesia da Covilhã tinha as suas características próprias. Esta união de freguesias afastou a freguesia da população. Eu entendo que no actual modelo não se consegue trabalhar tão bem e para mim fazia mais sentido a existência das quatro freguesias na cidade”.
De acordo com o governo, a proposta que vai estar em cima não pretende ser uma reversão directa das decisões tomadas pelo anterior executivo mas sim um novo quadro legal, com novos critérios, e que possibilitam aos territórios e às suas populações promover alterações de organização territorial autárquica ao nível das freguesias.

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