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Quarta, 26 Set 2018
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SOCIEDADE
FUNDÃO: TUDO ESTÁ A POSTOS PARA O ARRANQUE DAS AULAS
Rádio Cova da Beira
O presidente da câmara do Fundão garante que estão reunidas todas as condições para que o novo ano lectivo decorra sem quaisquer percalços nos agrupamentos de escolas do concelho.
Por Nuno Miguel em 14 de Sep de 2018
Os dois agrupamentos realizaram ontem e hoje as sessões de acolhimento para todos os níveis de ensino e o arranque oficial das aulas vai decorrer na próxima segunda-feira. Paulo Fernandes acredita que tudo está a postos para que o ano lectivo decorra dentro da normalidade “toda a componente logística e estrutural para o início regular das aulas na próxima segunda-feira está assegurada. Foram feitas algumas intervenções, nomeadamente em algumas escolas do primeiro ciclo, e que estão concluídas. Acima de tudo aquilo que pretendemos é promover a coesão e a igualdade de oportunidades que a oferta pública de ensino tem como grande objectivo”. 
No caso do agrupamento de escolas do Fundão, já se iniciaram as obras de requalificação de todo o complexo escolar, num investimento que vai rondar os dois milhões e meio de euros e o autarca destaca o esforço feito para que as obras não causem constrangimentos no desenvolvimento da actividade lectiva “foi feito um esforço extraordinário de concertação entre o município e a direcção do agrupamento e uma grande capacidade operacional para estarmos prontos para o início das obras. Com o cronograma que foi estabelecido conseguimos que praticamente todas as turmas ficassem integradas na escola secundária uma vez que a intervenção vai começar pela escola João Franco e no próximo ano lectivo será terminada a intervenção com os alunos a transitarem da escola secundária para a restante parte do complexo”.
Já em relação ao agrupamento de escolas Gardunha e Xisto, que também necessita de trabalhos de requalificação, o autarca sustenta que “há dois níveis de intervenção neste edifício. Uma a nível funcional, referente a espaços ou salas, e que são de menor porte e onde até já começámos a orçamentar a intervenção de alguns espaços mais especializados que a escola necessita. Mas depois há uma intervenção de fundo que já há alguns anos o ministério da educação disse que ria avançar mas tal não sucedeu. Neste momento estamos a discutir a possibilidade de os municípios assumirem novas competências ao nível da educação mas ou haverá forma de essa intervenção de fundo ser financiada por recursos que não sejam apenas do município ou então não haverá condições de poder assegurar uma intervenção estrutural que ali é necessária por causa do sistema de drenagem nos próximos tempos”.
c/ Beatriz Cavaca

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