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Quarta, 26 Set 2018
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CULTURA
CONTRADANÇA: ARRANCA EDIÇÃO DE 2018
Rádio Cova da Beira
Abre portas esta sexta-feira a nona edição do festival de dança e movimento contemporâneo. 15 espectáculos, duas manhãs direccionadas para o público infantil e um concerto musical são os principais destaques do “Contradança” que vai ser novamente organizado pela associação de teatro e outras artes.
Por Nuno Miguel em 14 de Sep de 2018
Na edição deste ano a organização optou por não concentrar as actividades do festival durante apenas duas semanas. Uma forma de procurar um maior envolvimento do público em todos os espectáculos como refere o director artístico da ASTA “chegámos a conclusão que o facto de o festival decorrer em duas semanas muito intensas a sua organização acaba por ser mais complicada. Desta forma pensamos que vamos conseguir abranger mais público porque quando ele era mais concentrado nem sempre existia disponibilidade para assistir a todos os espectáculos e nesse sentido optámos por fazer a sua dilatação no tempo. Vamos ver como é que esta aposta vai correr”.
Com um orçamento de 52 mil euros o “Contradança” já tem garantida a continuidade ao longo dos próximos três anos, em virtude do apoio quadrienal atribuído à companhia pela direcção geral das artes. Garantida a sustentabilidade para o futuro, Sérgio Novo define como grande objectivo fazer crescer o festival “o facto de termos a certeza de que o vamos poder organizar nos próximos três anos garante-nos a possibilidade de pegar no festival e faze-lo crescer cada vez mais. O «contradança» já teve extensões em Castelo Branco, em Santa Maria da Feira e no Fundão e o nosso objectivo é que isso possa voltar a acontecer. O nosso público tem a possibilidade de ter acesso a espectáculos que, por norma, não viriam à região e esse é também um dos nossos objectivos”.   
Este ano, em virtude das obras de requalificação do teatro municipal da Covilhã, a grande maioria dos espectáculos vai decorrer no edifício do “New Hand Lab” embora a a primeira apresentação seja feita do Paúl, existindo ainda espectáculos ao ar livre na praça do município da Covilhã e ainda no centro cultural da banda daquela cidade. De acordo com o director do festival, Rui Pires, o espaço da antiga fábrica de lanifícios já foi visitado por alguns dos participantes do festival e que se mostraram muito satisfeitos com as condições encontradas “houve artistas que já se deslocaram aqui e que ficaram impressionados com este espaço, que oferece muitas possibilidades. Nesse sentido há diversos grupos que vão adaptar o espectáculo a esta fábrica e nesse sentido os próprios espectáculos vão ganhar uma nova dimensão e nunca vão ser repetidos em mais nenhum local. E isso é também um ganho para esta edição do festival”.
O programa do festival é contemplado com a realização de dois workshop´s; um sobre dramaturgia e o outro será um laboratório de pesquisa e criação. Paralelamente vai também decorrer uma feira do livro artístico e uma sessão de leitura dramatizada. As actividades terminam no dia 27 de Outubro. 

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