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Terça, 26 Mai 2020
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SOCIEDADE
“REQUALIFICAÇÃO É ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIA”
Rádio Cova da Beira
O director do agrupamento de escolas Frei Heitor Pinto está convicto de que até final de Novembro a câmara da Covilhã vai apresentar uma nova candidatura para a realização das obras de requalificação do edifício sede. O investimento previsto ronda os três milhões e meio de euros e o responsável não esconde que este vai ser um dos grandes desafios que a nova direcção do agrupamento vai enfrentar.
Por Nuno Miguel em 25 de Jul de 2018
Em declarações à RCB, Rogério Monteiro sublinha que não vale a pena olhar para os atrasos em todo o processo administrativo mas sim levar por diante uma empreitada que há muito é reivindicada “esta requalificação é absolutamente necessária e eu não tenho razões nenhumas para pensar que o dono da obra, que é o município da Covilhã, não queira o mesmo que nós e que tudo esteja a fazer para que se concretize. É certo que está atrasada mas não queremos olhar para os atrasos mas sim concentrar-nos no futuro e por isso a autarquia deve mobilizar todos os esforços para que esta requalificação seja uma realidade a curto prazo”.
Quando apresentou o seu programa de candidatura à liderança do agrupamento, Rogério Monteiro teve oportunidade de reunir com a câmara da Covilhã para analisar o problema e obteve garantias de que uma nova candidatura vai ser apresentada em tempo útil “o que me foi transmitido é que havia falta de alguns projectos de especialidade, uma vez que se trata de um edifício que foi construído na década de 30 do século passado, e ninguém tem esses projectos de especialidade. A autarquia procurou resolver esse assunto da melhor forma possível junto da CCDR mas isso não correu da melhor maneira. O que me foi dito é que vai ser apresentada uma nova candidatura em tempo útil e espero que assim seja porque se isso não acontecer até final de Novembro este investimento avultado e de extrema necessidade para a escola sede do agrupamento será com certeza deslocado para outra região do país que até pode nem precisar dele”.
O director do agrupamento sublinha que há partes da intervenção que só podem ser efectuadas durante o período de férias escolares e considera que será muito mau sinal caso as obras não avancem em 2019 “se não houver obras no próximo ano, será muito mau sinal. O nosso agrupamento tem cursos de elevado valor formativo, tem equipamentos de topo e as suas instalações têm de ser adequadas a isso. Já transmitimos a preocupação de que a intervenção que vai ser feita no bloco central, que engloba a cozinha, a cantina, os ginásios e os balneários, tem de ser feita de uma só vez e num período de férias em que os alunos não estejam na escola por forma a evitar constrangimentos ao nível do funcionamento. Por isso vamos aguardar que tudo corra conforme todos nós desejamos”.

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