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ANÚNCIOS E PREOCUPAÇÕES EM DIA DE FESTA
Rádio Cova da Beira
No dia da freguesia da Capinha, o presidente da câmara do Fundão anunciou a aquisição do loteamento dos salesianos e deu conta da luta que o município trava para ver instalada naquela zona do concelho uma unidade de transformação de frutos secos. A junta de freguesia está focada em ultrapassar os graves problemas financeiros que herdou.
Por Paula Brito em 24 de Jul de 2018
A câmara do Fundão adquiriu, o loteamento dos Salesianos, à entrada da aldeia, por um valor próximo dos 30 mil euros. A aquisição, segundo Paulo Fernandes, foi uma oportunidade de resolver o problema de um loteamento ao abandono há vários anos e que pode ser um projecto-piloto para o concelho nesta área.

“Queremos fazer aqui, com a junta de freguesia, desenvolver um projecto que possa ser piloto em termos de habitação e terrenos a preços muito controlados, que facilitem, também no quadro das taxas, a atracção de pessoas para construírem aqui as suas casas.”

Segundo Paulo Fernandes, projecto vai agora ser redimensionado uma vez que os 16 lotes são muito pequenos para construção e depois criado um regulamento que vai apontar em dois caminhos.

“Um caminho de entrega de lotes, e depois vamos estudar as medidas que existem de construção a preços controlados se faz algum sentido construirmos algum lote que depois possa ser disponibilizado, mas a nossa linha principal é um programa com preços muito baixos, maior dimensão e uma diferenciação positiva nas taxas a quem queira construir.”

No dia da freguesia de Capinha, o presidente da câmara do Fundão deu conta da luta que o município trava para sediar naquela zona do concelho uma das unidades de transformação que os empresários que estão a plantar mais de 400 hectares de amendoeiras pretendem construir.

“Estou a negociar e a sensibilizar os investidores, que vão criar duas ou três unidades de transformação de proximidade, que uma delas seja no nosso concelho e que possa ficar aqui neste território, sendo que a Capinha e os Três Povos serão os locais mais adequados.”

O presidente da junta de freguesia não trazia “nem pedidos nem lamúrias”, apenas a garantia que não a junta não se iria desviar do rumo que traçou e que tem como principal prioridade ultrapassar as graves problemas financeiros que herdou. No final, à RCB, Vítor Fernandes concretizou

“Neste momento, a dívida apurada passa dos 325 mil euros, nestes nove meses pagámos 4.300 euros à segurança social, mas os juros foram mais de 800 euros, na realidade só amortizámos 3.200, o restante temos que a curto prazo conseguimos uma injecção de capital para baixarmos os juros.” O autarca garante que desde a tomada de posse que ordenados e segurança social tem sido pagos em dia.   


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