RCB/TuneIn
Quarta, 26 Set 2018
PUB
UBI
CIMD Cabecalho
POLÍTICA
PEDRO SIZA VIEIRA NA COVILHÃ
Rádio Cova da Beira
Portugal é hoje um país melhor preparado para dar resposta aos desafios do futuro. A afirmação feita na Covilhã pelo ministro adjunto do primeiro ministro, que foi o convidado da federação distrital do PS para fazer o balanço da actividade governativa antes da realização do debate sobre o estado da nação que vai decorrer durante este mês na Assembleia da República.
Por Nuno Miguel em 11 de Jul de 2018
Pedro Siza Vieira sublinha que a redução da taxa de desemprego e a reposição do rendimento das famílias são duas das principais marcas desta legislatura “na reposição dos rendimentos das famílias, manifestámos a intenção de acabar com a austeridade. Hoje em dia isso é colocado em causa porque se diz que continua a haver dificuldades e que não se tem recursos para tudo mas a verdade é que o governo entregou tudo aquilo com que se comprometeu. No nosso programa de governo o aumento do emprego era uma ideia central e hoje em dia percebemos que nos últimos dois anos se criaram mais 300 mil empregos líquidos e com a taxa de desemprego mais baixa dos últimos 16 anos”. 
Mas, afirma o ministro adjunto, há ainda outras duas grandes marcas da actual governação. A primeira diz respeito à reforça das relações de trabalho, a começar pelo aumento do salário mínimo nacional “segundo os profetas da desgraça isso iria redundar em mais desemprego e mais insolvências. Mas o que sucede é que todos os anos o salário mínimo tem vindo a aumentar e no próximo ano ele pode chegar aos 600 euros, o que significa um aumento de 20 por cento em apenas uma legislatura. Para além disso, na reforma das leis laborais, o governo comprometeu-se com medidas de combate à precariedade e neste momento temos apresentado na assembleia da república um pacote laboral que pela primeira vez, desde que a figura do contrato a prazo foi criada, limita o recurso a essa forma de contratação”. 
A quarta grande marca, diz Pedro Siza Vieira, está relacionada com a aposta no reforço da aposta no estado social em áreas cruciais como a educação e a saúde “este ano a despesa no serviço nacional de saúde está 700 milhões de euros acima daquela que existia em 2015, temos mais oito mil recursos humanos no SNS. Na educação temos um aumento das taxas em todos os níveis de participação ao nível do ensino. O insucesso escolar está a ser reduzido de ano para ano e na segurança social foram equilibradas as contas o que permitiu aumentar o valor das pensões”.
O ministro adjunto sublinha que apesar desta avaliação, o governo está consciente de que nem tudo está feito. Por isso estão a ser feitas novas apostas ao nível do investimento público, na ciência e na cultura e também no rejuvenescimento da administração pública. O interior é outra das matérias centrais que está em cima da mesa, pretendendo o governo criar um programa de incentivos que permita o regresso de uma parte dos 450 mil emigrantes que abandonaram Portugal entre 2011 e 2015 “queremos recuperar uma parte daqueles que saíram do nosso país porque não tinham emprego e que agora tem a sua vida instalada lá fora, temos que definir um programa de incentivos para poderem considerar a hipótese de regressar. E temos que dar sinais já no próximo orçamento de estado do nosso compromisso maior para a coesão territorial. Não acordámos hoje para o interior e essa é outra das apostas que temos de ter claras para os próximos tempos”.   

  Redes Sociais   Facebook

2007—2018 © Rádio Cova da Beira

Todos os direitos reservados