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Domingo, 15 Jul 2018
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POLÍTICA
“UM EMBUSTE”
Rádio Cova da Beira
É desta forma que vereador do movimento “De Novo Covilhã” classifica o projeto da rede de ciclovias que o actual executivo pretende implementar naquela cidade.
Por Nuno Miguel em 08 de Jul de 2018
Na última reunião privada do executivo foi aberto o concurso público para a empreitada de implantação da rede, num investimento que vai rondar os 300 mil euros. No entanto Carlos Pinto mostra-se muito céptico em relação à concretização deste projecto “é um verdadeiro embuste porque numa cidade que tem ruas com um perfil transversal de sete metros, estas ciclovias ou anulavam passeios ou então não passam de marcações a tinta visto que não temos condições para alargar as ciclovias em grandes avenidas. Para fazer uma rede de ciclovias dá-se um prazo entre 60 a 90 dias, por isso podemos ficar sentados à espera que a rede ciclável seja qualquer coisa que apareça marcada um dia destes no asfalto com o desenho de uma bicicleta porque não vai passar disso”.    
Críticas que o presidente da câmara da Covilhã desvaloriza. Vítor Pereira refere que a Covilhã vai passar a ser uma das primeiras cidades de montanha da Europa a implementar um projecto deste tipo. A rede ciclável vai ter 21 circuitos disponíveis e a sua concretização vai permitir, no imediato, a marcação de percursos e a colocação de sinalização “existem algumas perplexidades por parte de quem não entende que nós não podemos demolir edifícios na zona histórica para construir uma nova ciclovia. Por conseguinte o que vamos fazer é algo que já foi feito noutras cidades do país e do mundo que é a colocação de sinalização horizontal e vertical, dizendo que aquele espaço que está assinalado na via vai ter prioridade para os utilizadores das bicicletas”.
Vítor Pereira acrescenta que logo após a conclusão da primeira fase do projecto, a autarquia vai avançar com uma segunda fase. Um investimento de mais 700 mil euros para a construção das docas de estacionamento e estações de carregamento de bicicletas eléctricas a que posteriormente que vai seguir a aquisição de uma centena de bicicletas uma vez que essa compra não vai ter comparticipação comunitária. O autarca espera que todo o projecto possa estar a funcionar no âmbito da nova concessão da rede de transportes públicos. O contrato com a actual concessionária termina em Setembro de 2019.

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