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Sábado, 22 Set 2018
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POLÍTICA
PCP FAZ BALANÇO UM ANO APÓS FOGOS
Rádio Cova da Beira
Agrava-se a desertificação, um ano após a tragédia dos incêndios, conclui o PCP distrital que, em comunicado, expressa “a mais profunda tristeza pela falta de medidas que ajudem a desenvolver as áreas afectadas, a melhorar a vida das pessoas e a desenvolver o interior.”
Por Paula Brito em 01 de Jul de 2018
 

O PCP exige um Plano Estratégico de Desenvolvimento Regional, “capaz de interromper o caminho de declínio”.

Um caminho que se fez também com as privatizações de importantes empresas públicas que conduziram à extinção de delegações e serviços, “reduzindo postos de trabalho e aumentando a desertificação humana”, reafirma o PCP deixando como exemplos o encerramento “dos CTT, dos centros de saúde, das escolas, dos postos da GNR, dos  balcões bancários que vêm agravar ainda mais a falta de condições de vida das populações.”

O encerramento de balcões da CGD em Castelo Branco e em São vicente da Beira é uma medida gravosa para as populações do interior, refere o PCP que considera ainda inaceitável a proposta de redução de 30% no preço das portagens em várias ex -SCUT, nomeadamente na A23, apenas para os transportes pesados de mercadorias, deixando de fora as populações do Interior do país e as suas micro, pequenas e médias empresas.

O PCP considera que é urgente reverter a privatização de muitas empresas importantes, como os CTT, a eliminação das portagens e a manutenção dos balcões da CGD.

O PCP considera ainda importante que OE contenha “uma forte discriminação positiva dos territórios atingidos pela desertificação, pois é uma forma de a combater, de promover o desenvolvimento e a coesão territorial do interior.


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