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Domingo, 15 Jul 2018
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POLÍTICA
CDS ESTRANHA REUNIÃO FLASH DA CMC
Rádio Cova da Beira
Foi uma “reunião flash” o último encontro privado do executivo covilhanense. Em sete minutos, sobraram assuntos e faltou vontade, ao presidente da autarquia, de responder às questões colocadas pelo vereador da oposição, denuncia o CDS em comunicado.
Por Paula Brito em 28 de Jun de 2018
 

O presidente da câmara da Covilhã não arranjou outra forma de se furtar ao exercício e controlo democrático, senão a de impedir “grosseira e peremptoriamente a participação da oposição, com a conivência, preocupante silêncio e inadmissível cumplicidade de todos os demais vereadores da maioria”, lamenta o CDS.

Quanto às contas consolidadas, aprovadas na reunião de sete minutos, reflectem uma “gestão saco e de saque, onde as empresas municipais são utilizadas e prejudicadas pela câmara para fazer a sua gestão de interesses e influências”.

A prova-lo estão os números; do resultado líquido do exercício (negativo) agravado em cerca de 800.000€ relativamente a 2016, alcançando um valor perto dos 2,5 milhões de euros; do aumento da dívida a entidades de médio e longo prazo – 2.800.000 euros; do aumento da dívida a outros credores em 600.000 euros; da dívida a curto prazo de cerca de 9 milhões de euros e das remunerações que aumentaram 400.000 euros.

Da análise das empresas, nomeadamente da ICOVI, o CDS constata que é um mero exercício de gestão corrente, “sem rumo, sem estratégia, sem ambição...” não conseguindo vislumbrar nas despesas da ICOVI os gastos com as estradas, ao contrário do que foi dito por Vítor Pereira aquando da aprovação das contas municipais: 

“Quando apresentarmos a consolidação do perímetro das contas, onde estão as empresas municipais, e neste caso concreto a ICOVI, aí há virá reflectida a verdadeira taxa de execução dessa rubrica”, referiu Vítor Pereira na altura.

A verdade, denuncia o CDS, é que as verbas previstas não foram gastas, nem serviram para pagar a quem supostamente as realizou. Para o CDS não restam dúvidas que neste momento as empresas municipais foram reduzidas a empresas “familiares”…da família socialista.

“Uma família cara que custou em 2017 (só em lugares de administração) mais de 220 mil euros”.


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