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Sábado, 22 Set 2018
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POLÍTICA
CMC APROVA CONTAS CONSOLIDADAS EM 7 MINUTOS
Rádio Cova da Beira
Num encontro que durou apenas sete minutos, os documentos, que juntam as contas do município com as das empresas municipais, foram aprovados com o voto contra do vereador do CDS-PP, o único elemento da oposição presente, já que o representante do movimento “De Novo Covilhã”,de novo, esteve ausente sem se fazer representar.
Por Paula Brito em 28 de Jun de 2018

No final do encontro, Vítor Pereira remeteu as explicações e discussão política para a assembleia municipal da próxima sexta-feira destacando apenas a redução da dívida de médio e longo prazo.

“O total da dívida, de médio e longo prazo, no final de 2016 era de 72 milhões 469 mil euros, o valor no final de 2017 era de 66 milhões 262 mil euros. Verifica-se assim uma redução no valor de 6,2 milhões de euros, ou seja um decréscimo de 9%.”

O autarca covilhanense está satisfeito com o caminho de recuperação financeira que estas contas reflectem.

“Estamos numa trajectória de recuperação e consolidação financeira e as contas em apreço dizem bem da saúde financeira do município, que estamos, dia a dia, a tentar melhorar e, ao mesmo tempo, satisfazendo os interesses dos nossos munícipes.”

Já o vereador do CDS-PP prefere destacar as dívidas de curto prazo que aumentaram em 900 mil euros do ano 2016 para o ano 2017, e o resultado líquido negativo do exercício agravado em 600 mil euros de 2016 para 2017, ultrapassando no final do ano passado os dois milhões e 440 mil euros.

Além dos “resultados péssimos”, que os números demonstram, há outras razões que levaram Nuno Reis a votar contra - a ausência de obras nas estradas do concelho “não se consegue vislumbrar nas despesas da ICOVI os gastos com as estradas”, ao contrário do que foi dito por Vítor Pereira aquando da aprovação das contas municipais.

 


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