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Sábado, 22 Set 2018
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POLÍTICA
DATA CENTER: VEREADOR DESAFIA MAIORIA
Rádio Cova da Beira
O vereador do movimento “De Novo Covilhã” desafia a maioria socialista no executivo a exigir à Unidade de Missão para a Valorização do Interior que todas as bases de dados da Administração Pública Portuguesa sejam transferidas para o “Data Center” da Covilhã.
Por Nuno Miguel em 26 de Jun de 2018

Uma opção que, garante Carlos Pinto, iria permitir poupar ao estado muitas centenas de milhares de euros, iria criar emprego do concelho e permitiria avançar com a construção do segundo bloco daquele equipamento

 

“Estando o Interior necessitado de emprego, a CMC devia chamar a atenção para a oportunidade que existe no Data Center da Covilhã de localizar os dados da Administração Pública Portuguesa. Como os senhores estão sintonizados com o Governo da Nação ficava muito bem, porque eu também o vou fazer e até poderíamos fazer equipa em conjunto, se vocês tiverem a humildade de seguir a sugestão, que a câmara dissesse a essa Missão que tem a oportunidade do Estado poupar 500 milhões de euros se localizar na Covilhã aqueles dados e o grupo empresarial passa imediatamente para a construção do segundo bloco”.

 

Mesmo que o executivo não aceite esta proposta, Carlos Pinto promete fazê-la chegar aos responsáveis da Unidade de Missão, uma vez que a actual maioria sempre desprezou a construção do “Data Center” e nunca reivindicou que fosse cumprido o contrato assinado aquando da sua construção para que outros investimentos se possam sediar na sua zona envolvente:

 

“Ao fim de cinco anos, os senhores já foram alertados várias vezes que a PT está obrigada a implementar o acordado, e as obrigações sucederam-se da PT para a Altice, pelo modo negociado que é preciso levar a cabo. E o que aqui (CMC) me dizem é que não sabem onde é que isso está escrito. É uma coisa extraordinária. Os senhores sempre desprazeram aquela estrutura, o problema é sse”.

 

Na resposta, o vereador com o pelouro da administração geral e finanças, José Miguel Oliveira, optou por também deixar um desafio a Carlos Pinto; a discussão de todo o contrato assinado com a “PT-Altice” numa das próximas reuniões do executivo

 

“O repto está lançado: venha preparado para discutir o relatório de benefícios da Altice, eventualmente irei propor ao presidente da câmara a possibilidade de agendar esse assunto, logo se vê. As obrigações do município estão descritas de forma muito mais clara do que as obrigações descritas da Altice, que acabam por ser generalidades e que não concretiza, por exemplo, a vinda de um conjunto de empresas para se sediar junto ao Data Center, onde falta uma coisa tão simples como a definição de um prazo”, disse.

 

Uma reunião da autarquia onde foi aprovada, por maioria, a proposta do novo regulamento de apoio ao movimento associativo. Um documento que vai ser votado na reunião da assembleia municipal que está agendada para a próxima sexta-feira.  

 


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