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Segunda, 22 Jul 2019
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SOCIEDADE
FALHAN?O TOTAL
? desta forma que o presidente da confedera??o dos agricultores portugueses considera o PRODER. Para J?lio Machado, foram tr?s anos perdidos para a agricultura portuguesa com a aplica??o do programa de desenvolvimento rural.
Por César Duarte Ferreira em 27 de Jan de 2010

Para o presidente da CAP a “excepção foras as verbas aproveitadas pelo Governo para a construção da barragem do Alqueva e para o próprio ministério da agricultura”.

Aquele responsável deixou ainda dois exemplos que comprovam a má aplicação do PRODER: O primeiro, a ajuda aos agricultores, no campo do investimento: é um falhanço total. Nós temos milhares de candidaturas de agricultores do primeiro, segundo e terceiro concurso que ainda não estão despachadas. Depois tivemos a promessa do governo, em Janeiro de 2009, que iam ser reforçadas as verbas e que para 100 milhões de euros no PIDDAC, para serem aprovadas mil milhões do PRODER. Pois até ao final do ano, nada foi feito”.

O segundo aspecto onde o PRODER, não alcançou os seus objectivos, segundo aquele responsável foi “nas políticas agro-ambientais, pois baixamos para 20 mil, o número de agro-ambientais e em termos de candidaturas, passamos de 70 milhões para cerca de 12 milhões”.

O presidente da confederação dos agricultores portugueses espera agora “uma reviravolta, neste processo”, para que os próximos anos possam ser “diferentes nas verbas de auxilio aos agricultores, no âmbito do plano de desenvolvimento rural”.

Confederação de agricultores portugueses que saúda, também, a nova postura da equipa do ministério da tutela, em relação às reivindicações deixadas pelos agricultores. Esta associação que está a promover encontros com agricultores, por todo o país, esteve em Castelo Branco.

Para o presidente da CAP, Júlio Machado, esta nova postura do governo é “fundamental para o processo de cooperação institucional, e nós registamos com agrado este tipo de postura”.

Nova atitude que os agricultores querem ver contempladas com medidas. A expectativa passa agora pelo “orçamento de estado para 2010 e depois vermos no terreno, a aplicação das medidas”.

Aquele responsável faz ainda um balanço negativo, dos últimos quatro anos. Período onde foram realizadas “24 manifestações, um novo histórico”, sublinha Júlio Machado.


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