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Terça, 14 Ago 2018
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CULTURA
"SIEGA VIERDE, HORIZONTE DE VIDA" NO MUSEU
Rádio Cova da Beira
No âmbito da programação da Mesa-Redonda Arqueologia, Museus e Comunidade(s), que decorre no Fundão, é esta sexta-feira, dia 15 de Junho, às 19:00h, no Museu Arqueológico do Fundão, inaugurada a exposição de pintura “Siega Vierde, Horizonte de Vida”, de Carlos García Medina.
Por Paulo Pinheiro em 15 de Jun de 2018

Declarado Património Mundial pela UNESCO, em 2010, Siega Verde é um dos complexos de arte rupestre paleolítica mais importantes da Europa, situado na comarca da Ciudad Rodrigo, nas margens do rio Águeda.

“A mostra assume-se como uma evocação entre os diferentes arqueossítios de arte rupestre paleolítica existentes nesta área peninsular, entre os quais se salienta o extraordinário e mítico Poço do Caldeirão, na Barroca, concelho do Fundão”, referem os promotores da expoisção

 

Para o pintor Carlos García Medina estas criações «constituem um inventário de sentires e de matérias que nos evoca a paisagem criativa e sagrada da Siega Verde como um rio de sentimentos gravados nas pedras».

 

Também no Museu é apresentada uma reunião de imagens evocativas dos 15 anos da descoberta das gravuras do Poço do Caldeirão, pelos fotógrafos Diamantino Gonçalves e Belarmino Lopes, nas margens do rio Zêzere, na Barroca, Aldeia do Xisto do concelho do Fundão.

O jornalista António Melo, autor de uma reportagem que relatou as peculiares situações do impacto que o achado teve na aldeia, e Pedro Salvado, diretor do Museu, irão recordar esse momento ímpar da história da arqueologia regional.

 

No sábado, dia 16 de Junho, realiza-se uma visita guiada ao património e paisagens da Aldeia do Xisto da Barroca, orientada pela arqueóloga Joana Bizarro e por José Paulo Duarte.

 

O projeto expositivo é uma colaboração do Museu Arqueológico do Fundão com a associação de desenvolvimento RIBACUDANA.


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