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Domingo, 24 Jun 2018
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SOCIEDADE
PÊSSEGO É NOVA “COQUELUCHE” DA CERFUNDÃO
Rádio Cova da Beira
O pêssego é a nova “coqueluche” da Cerfundão, diz José Pinto Castello Branco sobre o fruto que tem vindo a aumentar a sua quota naquela Organização de Produtores, de ano para ano, e que já ultrapassou as mil toneladas.
Por Paula Brito em 14 de Jun de 2018
 “A nossa unidade de conta no pêssego agora já ultrapassou o milhar de toneladas, resta saber se serão duas mil ou três mil, o que temos é da parte do mercado uma procura cada vez maior e até por parte da grande distribuição um compromisso enorme porque eles também têm o cliente o ir procurar esta fruta. Têm-se conjugado tudo, nestes últimos quatros anos, de forma perfeita, para estarmos a aumentar a quota todos os anos”.  

O pêssego da Cova da Beira tem muita procura no mercado interno, sobretudo pela qualidade que lhe permite competir com os preços “desesperados” do pêssego espanhol que, impedido de entrar no seu principal mercado (Rússia), tem pressionado o mercado europeu e sobretudo o peninsular.

“E por isso era muito difícil para nós competir com a oferta dos espanhóis que muitas vezes é quase desesperada com preços imbatíveis. Ter os clientes, ainda assim, a preferir o nosso pêssego, é algo que nos deixa muito orgulhosos e contentes.”

José Pinto Castello Branco, presidente do conselho de administração da Cerfundão, em entrevista à RCB perspectiva uma boa campanha do pêssego da Cova da Beira, a região do país responsável por mais de metade da produção nacional de pêssego.


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