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Domingo, 24 Jun 2018
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SOCIEDADE
FUNDANENSES ESCOLHEM REGIÃO PARA ESTUDOS SUPERIORES
Rádio Cova da Beira
Alunos dos Fundão escolhem as instituições de ensino superior da região para prosseguir os estudos. Cerca de 60% dos jovens fundanenses que entraram no ensino superior, no ano lectivo de 2016/2017, optaram pela Universidade da Beira Interior e Instituto Politécnico de Castelo Branco.
Por Paula Brito em 13 de Jun de 2018

No mesmo ano lectivo, inscreveram-se no ensino superior 815 alunos provenientes do concelho do Fundão. A maioria, 496, em licenciaturas, 128 em mestrados, 102 em mestrados integrados, 63 em cursos técnicos superiores profissionais e 26 em doutoramentos.

A maioria dos alunos do Fundão que no ano lectivo 2016/2017 se inscreveram em licenciaturas, optaram pelos estabelecimentos de ensino superior da região: 154 entraram na UBI, seguida do Instituto Politécnico de Castelo Branco (151). 34 Fundanenses entraram na Universidade Nova de Lisboa, 23 no Instituto Politécnico da Guarda e 15 na Universidade de Coimbra.

Também nos mestrados, a UBI e o politécnico de Castelo Branco estão no topo das preferências dos alunos oriundos do Fundão: 42 inscritos na Universidade da Beira Interior e 30 no politécnico albicastrense. Os restantes 31 dividem-se entre a Universidade de Lisboa, Coimbra e ISCTE.

Em relação aos mestrados integrados, a UBI surge de novo no topo das preferências com 33 inscritos, seguida da Universidade de Lisboa (31), em Coimbra e na Universidade Nova de Lisboa entraram 8 alunos do Fundão em cada uma e ainda seis na universidade do Porto.

É ainda na UBI que estão 16 dos 26 alunos do Fundão inscritos em doutoramento e no Instituto Politécnico de Castelo Branco 56 dos 63 inscritos em cursos técnicos superiores profissionais.

Ainda segundo os dados do ministério da ciência, tecnologia e ensino superior, agora referente ao ano lectivo 2015/2016, a taxa de conclusão do ensino secundário no concelho do Fundão foi de 86% nos cursos científico humanísticos e 92,2% nos cursos tecnológicos profissionais. Em ambos os casos, trata-se de uma percentagem superior à nacional e no caso dos cursos científico humanísticos, é superior à da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela.


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