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Sábado, 23 Jun 2018
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POLÍTICA
PORTAGENS: PLATAFORMA PROMOVE MAIS ACÇÕES DE PROTESTO
Rádio Cova da Beira
A Plataforma P’la Reposição das SCUT’s na A23 e A25 promove marchas lentas em Castelo Branco, Covilhã e Fundão. A primeira marcha lenta está marcada para 14 de Junho na Covilhã, seguindo-se Castelo Branco a 22 e o Fundão a 25.
Por Paulo Pinheiro em 06 de Jun de 2018

As organizações que integram a Plataforma decidiram também pedir audiências ao Presidente da República, à Comissão de Economia e ao Conselho Intermunicipal das CIM (Beiras e Serra da Estrela e Beira Baixa), com carácter de urgência e marcar presença visível nas galerias da Assembleia da República no dia que forem discutidas as propostas de resolução para a eliminação das portagens.

 

Deliberações tomadas na sequência da informação avançada pelo JN que o Governo se prepara para avançar com uma redução de 30 por cento das portagens para os veículos pesados de mercadorias.

 

A Plataforma refere que “os descontos setoriais não correspondem às reais necessidades de desenvolvimento do interior” e reafirma a sua posição de reivindicação pela reposição das Scuts sem custos para o utilizador.

 

A AEBB - Associação Empresarial da Beira Baixa, o NERGA – Associação Empresarial da Região da Guarda, a Comissão de Utentes da A25, a União de Sindicatos da Guarda, a Associação de Empresários p´la Subsistência do Interior, a União dos Sindicatos de Castelo Branco e a Comissão de Utentes da A23 afirma estar em total consonância com a posição tomada pela ANTP – Associação Nacional de Transportadoras Portuguesas quando refere que ‘não pode haver portagens porque não há alternativas’, nem para os transportes das empresas, nem para a população em geral e também porque “as portagens foram responsáveis por insolvências e desemprego e constituem um travão ao desenvolvimento desta região despovoada e em contínuo processo de definhamento económico e social”.

 

A Plataforma P’la Reposição das SCUT’s na A23 e A25 expressa a vontade de continuar a privilegiar a via do diálogo mas não exclui “a tomada de posições de repercussão semelhantes às anunciadas pela ANTP”.


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