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Quinta, 16 Ago 2018
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SOCIEDADE
SIMULACRO PARA BOMBEIROS DE PALMO E MEIO
Rádio Cova da Beira
Um inc√™ndio urbano, em v√°rias divis√Ķes da habita√ß√£o, com seis pessoas no interior, mobilizou na tarde de ontem o ve√≠culo escada dos bombeiros do Fund√£o, duas ambul√Ęncias e dois carros de combate a inc√™ndios. Uma queda de bicicleta completou o cen√°rio das opera√ß√Ķes onde se movimentaram as crian√ßas que frequentam a escolinha dos Bombeiros Volunt√°rios do Fund√£o.
Por Paula Brito em 01 de Jun de 2018

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Foi o primeiro simulacro da escolinha que funciona há três anos com 40 crianças e jovens dos seis aos 16 anos.

“Quisemos replicar aqui aquilo que têm apreendido ao longo dos três anos, que é o percurso desta escolinha, a forma como eles evoluíram e como já sabem praticar actos de primeira intervenção como qualquer cidadão.”

A esperança do comandante da corporação fundanense, José Sousa, é que a escolinha de bombeiros seja um garante da continuidade do voluntariado e dos bombeiros no Fundão.

Uma esperança que ganha força com os testemunhos de alguns dos jovens aspirantes a bombeiros, como é o caso de Leonardo Diogo, tem nove anos, desde os seis que frequenta a escola de bombeiros por gosto e por altruísmo.

“Gosto, acho que fiz uma boa acção, e porque gosto de ajudar os outros, faz-me sentir feliz”.

Com sete anos e uma farda que lhe chega aos pés, Lara Costa sente-se bem dentro do fato de bombeira.

“Porque mostra que estou a salvar as pessoas, gostava muito de ser bombeira para ajudar as pessoas”.

Apesar de frequentar a escola há três anos, Rodrigo Calvim está nos bombeiros desde sempre para dar continuidade à tradição da família.

“Já andava cá antes da escola existir, andei na fanfarra e desde pequenino, já vem da família, dos pais, do avô, do tio, e espero dar continuidade a esta geração de bombeiros.”

Também Beatriz Almeida, com 16 anos, tem gravado bombeira no ADN.

“Porque tenho a minha irmã, o meu cunhado, o meu sobrinho e tenho genes de família”, acrescentando que para ser bombeira é preciso “vontade, força e coragem, não é que seja difícil mas é preciso ter vontade e coragem”.

Quanto ao simulacro tudo correu bem, as vítimas foram resgatadas em segurança e apenas uma pequena avaria na auto-escada obrigou a que o resgate inicial das vítimas fosse feito pela fachada com cinto conjugado.


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