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Quinta, 13 Dez 2018
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POLÍTICA
PSD DESAFIA CÂMARA DA COVILHÃ A PROMOVER REFERENDO
Rádio Cova da Beira
A concelhia do PSD da Covilhã vem, em comunicado, desafiar a câmara municipal da Covilhã a promover um referendo sobre a eventual introdução de uma taxa para a utilização dos elevadores e funiculares daquela cidade.
Por Nuno Miguel em 28 de May de 2018
De acordo com os social democratas “há dois anos, o presidente da autarquia anunciou a sua pretensão em cobrar um valor aos utentes dos elevadores que existam na cidade” mas acabou por “recuar nessa pretensão” depois de o movimento juvenil “lhe ter retirado o tapete, ao aprovar, por unanimidade, em conselho municipal da juventude, uma moção da JSD que recomendava ao executivo municipal que, entre outros pontos, mantenha a gratuitidade dos elevadores e funiculares da cidade da Covilhã”.
Agora, acrescenta o PSD da Covilhã “as notícias recentemente veiculadas confirmam o vereador com o pelouro da administração geral e finanças quer que os cidadãos comecem a pagar pela utilização dos elevadores e funiculares da cidade. Mas não tem coragem de o assumir, procurando fugir ao debate e lançar um referendo”. A concelhia da Covilhã sustenta que nas declarações feitas por José Miguel Oliveira “é risório comparar metrópoles como Lisboa e Paris à Covilhã, uma cidade do interior com perda gradual e exponencial de habitantes” e acrescenta que “é importante não esquecer que os elevadores e funiculares da cidade neve foram pagos com fundos comunitários” e por isso interroga se “vai ser exigido às pessoas que paguem pela utilização de algo que não foi pago directamente pelo município?”.
O PSD da Covilhã considera que esta é “uma postura paradoxal do Partido Socialista, que defende reiteradamente a abolição das portagens nas ex-SCUT, afirmando-se contra o princípio do utilizador-pagador, é o mesmo que, agora, quer aplicar este princípio económico na sua gestão municipal”.
Para os social democratas “as pessoas não merecem pagar pela utilização de equipamentos que têm como propósito melhorar a sua qualidade de vida. Já lhes basta terem que pagar o aumento de um milhão de euros da despesa anual camarária com introdução de mais de meia centena de militantes ou familiares socialistas nos seus quadros, o dobro dos custos que tem a manutenção dos elevadores e funiculares da nossa cidade”.

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