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Sexta, 19 Out 2018
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POLÍTICA
“FARINHA DO MESMO SACO”
Rádio Cova da Beira
É desta forma que a CDU de Belmonte reage, em comunicado, à distribuição de pelouros aos dois eleitos da coligação PSD/MPT, que concorreram à câmara municipal nas eleições autárquicas do ano passado.
Por Nuno Miguel em 22 de May de 2018
Para a CDU de Belmonte esta situação “com os vereadores eleitos pelo PSD a assumirem cargos executivos e um deles remunerado, confirma a denúncia realizada durante a campanha eleitoral, que era muito pouco o que separava as candidaturas do PS e do PSD. Não havendo nenhuma objecção ao assumir de responsabilidades de qualquer eleito, a verdade é que nunca tal foi assumido pelos envolvidos, representando assim um engodo para os eleitores do concelho, ao mesmo tempo que fica evidente a falta de projecto autárquico para Belmonte, tanto do PS como do PSD, sendo o actual executivo uma comissão de gestão casuística, que remedeia mas não resolve, que reparte responsabilidades mas não se responsabiliza pela defesa dos interesses das populações e do concelho, que faz alguma obra mas não constrói o futuro”.
Neste comunicado, a CDU manifesta ainda a sua estranheza pelo facto de “áreas centrais como a gestão e direcção dos recursos humanos dos serviços municipais sejam atribuídas a um vereador que, enquanto candidato, demonstrou uma gritante insensibilidade e falta de perspectiva, quer quanto às funções que cada trabalhador deve realizar na autarquia, quer no que respeita à valorização pessoal e profissional dos que têm como principal missão a garantia da qualidade de vida de todos os belmontenses. Da mesma forma, a ligação com as colectividades e associações, sendo uma área central da intervenção da câmara municipal, deveria ser sujeita ao desenvolvimento de esforços de união e partilha que potenciem esta, que é uma das maiores riquezas do concelho”.
Para a CDU “a solução agora apresentada é um regresso ao passado, com os mesmos protagonistas e a mesma falta de projecto. Uma solução que não resolve, mas perpétua os problemas que estão na origem da desertificação, do desemprego e da emigração que afecta de forma dramática o nosso concelho”, reafirmando aquela força política que vai manter “o compromisso de apresentar ideias diferentes, que rompam com o passado e construam um novo futuro para a nossa terra”.  

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